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quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Marta Suplicy apoia Antonio Gomide em Anápolis
A Ministra da Cultura, Marta Suplicy, apoia candidatas do PT e de partidos aliados. "Nesta eleição vamos votar em um candidato afinado com o projeto da presidenta Dilma. Para que possamos ter um país cada vez melhor, mais justo. Prefeitos e veradores são super importantes para sua vida, para a sua cidade"
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Gomide lidera em Anápolis com 84,9%, mostra Serpes
Antônio Gomide (PT) lidera a disputa pela prefeitura de Anápolis. Pelo menos é o que aponta a pesquisa feita pelo Instituto Serpes divulgada pelo jornal O Popular. O candidato aparece na frente e com ampla vantagem na corrida eleitoral do município com 84,9% das intenções de votos.
Em seguida aparecem Wilson de Oliveira (Dem) com 2,0%, José de Lima (PTD) com 1,8%, Elismar Veiga (PPS) com 0,7% e Gerson Fallaci (PHS) que tem 0,5% da preferência dos eleitores.
O porcentual de indecisos é de 5,8% e os votos nulos e brancos representam 4,3% do total dos entrevistados. Os números fazem referência à pesquisa estimulada, quando são citados nomes e partidos dos candidatos. A diferença entre o petista e o candidato do Democratas é 82,9%.
Rejeição
No quesito rejeição, José de Lima (PTD) aparece com 22,1%. Segundo o Serpes, 13,0% do eleitorado não votaria de forma alguma em Gerson Fallaci (PHS), 10,6% rejeitam Elismar Veiga (PPS), 8,5% não elegeriam Wilson de Oliveira (Dem) e 2,2% não votariam em Antônio Gomide (PT). Ao todo, 57,4% não rejeitam ninguém e 5,3% ainda estão indecisos.
A pesquisa ouviu 601 eleitores anapolinos no dia 4 de setembro e a margem de erro é de 3,99 pontos percentuais para mais ou para menos.
O porcentual de indecisos é de 5,8% e os votos nulos e brancos representam 4,3% do total dos entrevistados. Os números fazem referência à pesquisa estimulada, quando são citados nomes e partidos dos candidatos. A diferença entre o petista e o candidato do Democratas é 82,9%.
Rejeição
No quesito rejeição, José de Lima (PTD) aparece com 22,1%. Segundo o Serpes, 13,0% do eleitorado não votaria de forma alguma em Gerson Fallaci (PHS), 10,6% rejeitam Elismar Veiga (PPS), 8,5% não elegeriam Wilson de Oliveira (Dem) e 2,2% não votariam em Antônio Gomide (PT). Ao todo, 57,4% não rejeitam ninguém e 5,3% ainda estão indecisos.
A pesquisa ouviu 601 eleitores anapolinos no dia 4 de setembro e a margem de erro é de 3,99 pontos percentuais para mais ou para menos.
Fonte: 247
domingo, 26 de agosto de 2012
Ministro Padilha apoia Antônio Gomide em Anápolis
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca ações do governo e a importância da aliança com as prefeituras. "No governo do presidente Lula abrimos as portas de Brasília para prefeitos e prefeitas. Em com esta parceria, criamos o SAMU. Em 2010, elegemos a primeira mulher para governar o país. No Ministério da Saúde da presidenta Dilma, estamos levando o SAMU para as pequenas e médias cidades. E já estamos atendendo 2 milhões de pessoas por mês nas UPAs 24 horas. É assim, trabalhando junto com os municípios, que vamos desafogar os hospitais e garantir mais qualidade no atendimento à saúde.”
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Olavo Noleto apoia Antônio Gomide em Anápolis
O subchefe de Assuntos Federativos, Olavo Noleto (SRI), declarou seu apoio ao candidato a prefeito do município de Anápolis, Antonio Roberto Otoni Gomide (PT), do estado de Goiás "O governo do PT com Lula e agora com Dilma tem mudado o Brasil com a geração de empregos e programas sociais como o Brasil Sem Miséria, o Bolsa Família, o SAMU e com o Mais Saúde que leva remédio de graça para toda a população. E por isso é importante a eleição do Antonio Gomide para fortalecer a cidade de Anápolis, assim como em todo o Brasil esta acontecendo" afirmou.
Fonte: TV PT
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Ministro Gilberto Carvalho apoia Antônio Gomide em Anápolis
Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, apoia Antônio Gomide em Anápolis.
Fonte: TV PT
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Ministra Miriam Belchior apoia Antônio Gomide em Anápolis
A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, declarou seu apoio. "O Modo Petista de Governar transformou o Brasil e vem melhorando a vida da população através de programas sociais desde o presidente Lula e a sua continuidade com Dilma. De lá para cá, o País melhorou a economia, gerou mais emprego, criou estratégias para aumentar o salário mínimo todos os anos. Aumentou o número de escolas, hospitais e creches. Com o PT, os serviços básicos de saúde, infraestrutura e saneamento chegaram até os pontos mais distantes do Brasil. Por isso em Anápolis é importante eleger Antônio Gomide. Por que onde o PT governa dá certo" afirmou
Fonte: TV PT
Gomide leva suas propostas aos moradores do Jardim Alvorada
O candidato à reeleição Antônio Gomide, juntamente com o vice João Gomes e os candidatos a vereador pela Coligação A Força do Trabalho ((PT, PMN, PMDB, PP, PTB, PRP, PSB, PR, PTN, PRB, PCdoB, SC e PPL) estiveram nesta terça-feira, 06, no Jardim Alvorada. Durante a reunião o candidato falou sobre o seu trabalho durante os três anos e meio à frente da administração municipal e as propostas para continuar governando a cidade.
Segundo Antônio Gomide, Anápolis se encontra em uma nova fase com as melhorias realizadas em todos os setores, o que proporcionou aos anapolinos mais qualidade de vida. “Nós vivemos hoje numa das melhores cidades do país. Temos mais saúde, educação, emprego, lazer e infraestrutura. Garantimos ao servidor municipal pagamento em dia e melhores condições de trabalho com qualificação profissional e estrutura física adequada. Ainda podemos fazer mais e é o que queremos: trabalhar em prol do povo de Anápolis”, afirma.
Reuniões e caminhadas
A campanha do candidato à reeleição Antônio Gomide ganha as ruas com a realização de reuniões e caminhadas em diversos setores da cidade. Por onde passam, os candidatos da Coligação A Força do Trabalho, recebem o carinho e o apoio da população. Os eventos aconteceram no Jardim Arco Verde, Vila Jaiara, Bairro de Lourdes, Conjunto Filostro Machado, Vivian Parque, Bairro Paraíso, Jardim Alvorada, Setor Industrial Munir Calixto e Recanto do Sol. Além disso, Gomide participa diariamente de lançamentos de campanhas de candidatos a vereador da Coligação.
Fonte: Assessoria
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
“Meu desafio é maior que na eleição passada”, avalia Gomide
Candidato à reeleição, o prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT), afirma que o desafio agora é maior que em 2008, quando disputou pela primeira vez a prefeitura da cidade. À época, era a primeira experiência em disputa executiva. Gomide já tinha sido vereador por três mandatos.
- Mas e a bagagem e a gestão bem avaliada?, questiono.
- Mas e a bagagem e a gestão bem avaliada?, questiono.
“Tornam a disputa mais difícil”, responde. Segundo Gomide, é preciso converter a administração bem avaliada em votos e esta tarefa não é fácil.
Embora tenha o governador bem avaliado, ele analisa que a disputa eleitoral só é fácil quando se tem muitas pessoas nas ruas, buscando votos. Isso sim é uma vantagem, diz o prefeito. “Em geral, há pós e contras [ser candidato à reeleição]”, complementa. Para Gomide, o Executivo não será muito disputado. Refere-se à quantidade de candidatos. Sua responsabilidade, ele diz, é de apresentar o trabalho que ele e sua equipe fizeram ao longo de três anos e meio - diferentemente de 2008, em que eles propunham ações.
No dia 7 de outubro, a população avaliará nas urnas o trabalho feito pela gestão atual. “Nossa responsabilidade é de buscar o voto do cidadão não por aquilo que estamos oferecendo, mas por aquilo que prometemos e cumprimos. E podemos fazer ainda mais. Esta será a primeira oportunidade que terei para apresentar as ações que fiz.”
Perguntei a Antônio Gomide se há promessas de campanha não cumpridas. Ele respondeu que não fez tudo o que gostaria de fazer, porém mais do que muitos achavam que era possível, dado o descontentamento do eleitor nos últimos 20 anos. “Não fiz tudo, mas estamos seguido o planejamento a risca.” Antônio Gomide citou as creches. Foram entregues sete e há ordem de serviço para construção de mais sete, com entrega prevista para dezembro próximo. Em 105 anos da história da cidade, diz, foram construídas dez creches. Em quatro anos, 14.
A exemplo de diversas cidades brasileiras, reclama-se muito da saúde pública em Anápolis. O prefeito lembrou que é um problema enfrentado pelo País e admitiu que faltam profissionais. É um problema goiano, brasileiro e dos planos de saúde do mundo inteiro, declarou. Segundo Gomide, há deficiência na quantidade de médicos em todo o Estado e Anápolis tem tentado suprir a demanda, aumentando o salário de médicos, dentistas, enfermeiros e auxiliares.
Antônio Gomide diz que a rede de atendimento foi ampliada, que foi feito concurso público e que servidores foram contratados.
No final deste ano, será inaugurado o novo Hospital Municipal. Para somar com o serviço prestado, foram inaugurados o Cais da Mulher (a fim de descentralizar o atendimento no Hospital Municipal), dois Cais de atendimento 24 horas, e outros dois serão entregues no final do ano.
Indagado se os quatro Cais de atendimento integral são suficientes, o prefeito diz que sim. O problema, segundo ele, é que, na medida que se tem estrutura, a demanda aumenta.
“As pessoas, quando sabem que podem ter bom atendimento, vêm para a cidade em busca dessa atenção adequada de saúde. É o que tem acontecido com Anápolis. Então você supera alguns desafios e enfrenta outros”, justifica.
É necessidade básica ter atendimento 24 horas, pontua o candidato. Para isso, é preciso focar nos profissionais de saúde e fazer a regulação para média e grandes complexidades com UTIs e hospitais particulares. Isso, segundo ele, tem sido feito. “Mas sozinho o poder público municipal não dá conta”, adverte o petista.
Embora tenha o governador bem avaliado, ele analisa que a disputa eleitoral só é fácil quando se tem muitas pessoas nas ruas, buscando votos. Isso sim é uma vantagem, diz o prefeito. “Em geral, há pós e contras [ser candidato à reeleição]”, complementa. Para Gomide, o Executivo não será muito disputado. Refere-se à quantidade de candidatos. Sua responsabilidade, ele diz, é de apresentar o trabalho que ele e sua equipe fizeram ao longo de três anos e meio - diferentemente de 2008, em que eles propunham ações.
No dia 7 de outubro, a população avaliará nas urnas o trabalho feito pela gestão atual. “Nossa responsabilidade é de buscar o voto do cidadão não por aquilo que estamos oferecendo, mas por aquilo que prometemos e cumprimos. E podemos fazer ainda mais. Esta será a primeira oportunidade que terei para apresentar as ações que fiz.”
Perguntei a Antônio Gomide se há promessas de campanha não cumpridas. Ele respondeu que não fez tudo o que gostaria de fazer, porém mais do que muitos achavam que era possível, dado o descontentamento do eleitor nos últimos 20 anos. “Não fiz tudo, mas estamos seguido o planejamento a risca.” Antônio Gomide citou as creches. Foram entregues sete e há ordem de serviço para construção de mais sete, com entrega prevista para dezembro próximo. Em 105 anos da história da cidade, diz, foram construídas dez creches. Em quatro anos, 14.
A exemplo de diversas cidades brasileiras, reclama-se muito da saúde pública em Anápolis. O prefeito lembrou que é um problema enfrentado pelo País e admitiu que faltam profissionais. É um problema goiano, brasileiro e dos planos de saúde do mundo inteiro, declarou. Segundo Gomide, há deficiência na quantidade de médicos em todo o Estado e Anápolis tem tentado suprir a demanda, aumentando o salário de médicos, dentistas, enfermeiros e auxiliares.
Antônio Gomide diz que a rede de atendimento foi ampliada, que foi feito concurso público e que servidores foram contratados.
No final deste ano, será inaugurado o novo Hospital Municipal. Para somar com o serviço prestado, foram inaugurados o Cais da Mulher (a fim de descentralizar o atendimento no Hospital Municipal), dois Cais de atendimento 24 horas, e outros dois serão entregues no final do ano.
Indagado se os quatro Cais de atendimento integral são suficientes, o prefeito diz que sim. O problema, segundo ele, é que, na medida que se tem estrutura, a demanda aumenta.
“As pessoas, quando sabem que podem ter bom atendimento, vêm para a cidade em busca dessa atenção adequada de saúde. É o que tem acontecido com Anápolis. Então você supera alguns desafios e enfrenta outros”, justifica.
É necessidade básica ter atendimento 24 horas, pontua o candidato. Para isso, é preciso focar nos profissionais de saúde e fazer a regulação para média e grandes complexidades com UTIs e hospitais particulares. Isso, segundo ele, tem sido feito. “Mas sozinho o poder público municipal não dá conta”, adverte o petista.
Fonte: Jornal Opção
Anápolis: Antônio Gomide aposta em obras viárias para melhorar a mobilidade urbana
Já está disponível a consulta pública das
propostas dos candidatos a prefeitura de Anápolis no site do TSE. Para
consultá-las basta entrar no site DivulgaCand2012.
Antônio Gomide (PT), candidato à reeleição, conforme suas propostas divulgadas no TSE, vai apostar na construção de viadutos e trincheiras para dar fluxo ao intenso tráfego da cidade, além de promover a recuperação da malha asfáltica nas vias antigas e deterioradas.
Sobre o transporte coletivo, ainda não foi divulgada nenhuma proposta. É importante lembrar que em sua gestão (2009/2012) foi elaborado o edital de licitação do transporte coletivo para a escolha da(s) nova(s) empresa(s) que irá(ão) circular na cidade por um período de 15 anos, renováveis por mais 5 anos. O edital atualmente encontra-se suspenso pela Justiça desde setembro de 2011 por conta de uma medida cautelar.
Fonte: RITC
Antônio Gomide (PT), candidato à reeleição, conforme suas propostas divulgadas no TSE, vai apostar na construção de viadutos e trincheiras para dar fluxo ao intenso tráfego da cidade, além de promover a recuperação da malha asfáltica nas vias antigas e deterioradas.
Sobre o transporte coletivo, ainda não foi divulgada nenhuma proposta. É importante lembrar que em sua gestão (2009/2012) foi elaborado o edital de licitação do transporte coletivo para a escolha da(s) nova(s) empresa(s) que irá(ão) circular na cidade por um período de 15 anos, renováveis por mais 5 anos. O edital atualmente encontra-se suspenso pela Justiça desde setembro de 2011 por conta de uma medida cautelar.
Fonte: RITC
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Campanha de rua Antônio Gomide já começou
Três eventos marcaram as ações da campanha eleitoral do candidato à reeleição à
Prefeitura de Anápolis, Antônio Gomide (PT). O primeiro aconteceu na
sexta-feira, 20, com os moradores do Vivian Parque. No sábado, 21, e domingo,
22, aconteceram caminhadas na Vila Jaiara e no Jardim Alvorada. A programação
contou com a presença do deputado federal Rubens Otoni (PT), do vice João Gomes
(PT) e dos candidatos a vereador pela Coligação A Força do Trabalho (PT, PMN,
PMDB, PP, PTB, PRP, PSB, PR, PTN, PRB, PCdoB, PSC e PPL).
Gomide adotou estratégias diferentes para os primeiros dias de campanha. Ao
invés de grandes eventos, optou pelas reuniões e pequenas caminhadas em bairros,
onde conversou com os eleitores, apresentou seu plano de governo e demonstrou o
desejo de dar continuidade às ações realizadas durante os três anos e meio de
sua gestão na administração municipal.
Na avaliação do deputado federal Rubens Otoni (PT), a campanha começou bem
e “da melhor maneira possível”, priorizando o contato com o povo. “Sabemos que
uma campanha é feita de muitos elementos, mas caminhar e dialogar com o povo é o
mais importante, nada substitui isso”, pontuou o parlamentar.
“Estamos com um grupo seleto de candidatos de treze partidos com pessoas
capacitadas e aptas a ajudar na administração de nossa cidade. Por isso peço a
oportunidade para que possamos continuar a melhorar a nossa cidade. Já fizemos
muito, mas podemos fazer mais. E isso todos sabem que temos capacidade e força
de vontade”, afirmou o candidato à reeleição Antônio Gomide.
Agenda
A semana para o candidato da Coligação A Força do Trabalho (PT, PMN, PMDB,
PP, PTB, PRP, PSB, PR, PTN, PRB, PCdoB, PSC e PPL), Antônio Gomide, começa com
uma reunião no Setor Industrial Mounir Calixto. O evento será nesta terça-feira,
24, às 19h30. Gomide, ainda cumpre agenda em dois veículos de comunicação. Na
terça-feira participa de entrevista na Rádio Imprensa AM 1030 e na quarta na
Rádio Nova FM 87,9.
Fonte: Deputado Rubens Otoni
terça-feira, 24 de julho de 2012
Prefeitura de Anápolis entrega obra de revitalização do Residencial Raul Balduíno
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura realiza nesta terça-feira, 24, às 19h30, a solenidade de entrega das obras da reforma e revitalização da Praça do Residencial Raul Balduíno, ao lado do Estádio Jonas Duarte. O evento acontece entre as ruas 01 e 04 na Vila Miguel Jorge.
A inauguração integra a programação de aniversário da cidade. A Praça do Residencial Raul Balduíno foi totalmente reformada e revitalizada e recebeu um novo paisagismo. O espaço conta ainda com piso paver ecológico, grama esmeralda e ainda foram instalados bancos, lixeiras, iluminação e meios-fios.
Dentro da programação de 105 anos de Anápolis, a comunidade da Vila Góis recebeu a reforma e ampliação da Praça Rosina Rodrigues. As obras de revitalização da Praça Isidoro Sabino, no Centro, também foram entregues.
Nos últimos três anos, já foram construídas e reformadas em Anápolis mais de 50 praças e dentro do cronograma para este ano, a previsão é entregar ainda mais espaços públicos em setores importantes da cidade. Locais como a Vila Norte, Recanto do Sol, entre outros, terão em 2012 suas primeiras praças.
Fonte: Site do PT
http://migre.me/a1Mat
Fonte: Site do PT
http://migre.me/a1Mat
Brasil cria 1 milhão de empregos em 2012
No primeiro semestre, total de vagas formais sobe 2,76%
O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada é 2,76% maior do que em dezembro de 2011.
O saldo entre demissões e admissões tem sido positivo há dez anos (veja gráfico). Em junho de 2012, foram gerados 120.440 postos de trabalho, equivalentes ao crescimento de 0,31% sobre a quantidade de assalariados do mês anterior. Houve expansão do emprego em todos os oito setores de atividade econômica. O total de admissões em junho foi de 1.732.327, o segundo maior para o mês, e o de desligamentos atingiu 1.611.887, o maior para o período.
Nos últimos doze meses, houve um crescimento de 4,08% no nível de emprego, com o acréscimo de 1.527.299 postos de trabalho, e, no período de janeiro de 2011 a junho de 2012, o crescimento foi de 8,54%, representando um aumento de 3.064.257 vagas.
Setores - No primeiro semestre do ano, todos os oito setores de atividade econômica apresentaram expansão, com destaque para Serviços, com 469.699 postos (3,05%). Em seguida, está a Construção Civil, com 205.907 postos (7,13%), que registrou seu terceiro maior saldo na série semestral do Caged e a segunda maior taxa de crescimento entre os setores, para o período.
Já o setor Agrícola, com a criação de 135.440 empregos, obteve a maior taxa de crescimento do período, com 8,69%. O Comércio abriu 56.122 postos (0,66%), e a Indústria de Transformação abriu 134.094 vagas (1,64%).
Regiões - Foi apresentado crescimento em todas as regiões geográficas, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (3,03%); Sul, 203.253 postos (2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (5,40%), o terceiro maior saldo para o período; Norte, 44.565 postos (2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (0,46%).
Salário médio de admissão tem aumento real de 5,9%
Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 5,90% no primeiro semestre, passando de R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 em 2012. O cálculo leva em conta o Índice Nacional De Preços ao Consumidor (INPC). Os dados do Caged apontam elevação generalizada no País.
Os estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (13,48%), Sergipe (9,92%), Pará (9,18%), Rio Grande do Norte (8,92%), Pernambuco (8,41%), Distrito Federal (8,32%) e Mato Grosso (8,19%). O crescimento real para os homens foi de 5,94%, e, para as mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a relação entre os salários feminino e masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.
Dez anos - O Caged apresenta uma tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.
Fonte: Portal do PT Nacional
http://www.pt.org.br/noticias/view/brasil_cria_1_milhaeo_de_empregos_em_2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Entrevista Paulo Garcia: Vou planejar e moldar uma cidade
Prefeito e candidato à reeleição fala do que gostou de realizar, dos planos para um novo mandato e de como pensa uma metrópole regional
Fonte: Diário da Manhã
http://migre.me/9WNdG
Prefeito e candidato Paulo Garcia (PT) ao lado do vice Agenor Mariano (PMDB)
O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), visitou o editor-geral do Diário da Manhã, jornalista Batista Custódio, e concedeu longa entrevista para um time de jornalistas escalados para recebê-lo. Antes da conversa, Paulo tomou café da manhã e brincou descontraidamente sobre temas gerais. Disse estar descansado do final de semana, apesar da agenda corrida já por conta da campanha eleitoral.
Paulo estava acompanhado do vereador Agenor Mariano (PMDB), candidato a vice em sua chapa; do publicitário Renato Monteiro, seu marketeiro, e da jornalista Renata Vieira, assessora de imprensa da campanha.
Os jornalistas Ulisses Aesse, Arthur da Paz, Sabrina Ritiely, Maurício Reis, Deivid Souza, Welliton Carlos e Hélmiton Prateado conduziram as perguntas, que versaram sobre a gestão de Paulo Garcia à frente da prefeitura desde abril de 2010. O prefeito não se furtou a nenhum assunto e demonstrou preparo para debater sobre quaisquer temas sobre sua administração e sobre os problemas da cidade.
Paulo de Siqueira Garcia é de família tradicional de Goiânia, tem 53 anos, é médico neurocirurgião formado pela Universidade Federal de Goiás, casado com a também médica anestesista Tereza Beiler, com quem tem dois filhos. Foi presidente da Cooperativa de Trabalho Médico Unimed em Goiânia. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde meados dos anos 1990. Foi suplente de vereador em 2000 e eleito deputado estadual em 2002. Exerceu o cargo até 2006 e despontou por políticas de atenção à saúde e participação popular.
Foi eleito vice-prefeito na chapa de Iris Rezende, e com sua saída para candidatar-se ao governo do Estado, Paulo assumiu o cargo com o desafio de dar continuidade a um audacioso programa de obras já planejadas.
Ulisses Aesse – Prefeito, por que ser candidato à reeleição?
Paulo Garcia – Sem falsa modéstia, mas numa avaliação crítica pessoal, tenho a crença de que realizamos muito nesses pouco mais de dois anos à frente da administração municipal. Talvez tenham sido poucos prefeitos na história de Goiânia nesses 79 anos de nossa capital que tenham desencadeado tantos processos. Eu pude dar continuidade a inúmeros processos já iniciados por meu antecessor em especial, mas pude também dar início a novos projetos e programas que cremos ser fundamentais para esse processo de transição que vive nossa cidade. Goiânia vai completar 80 anos e penso que o fundamental agora é retomarmos um planejamento profundo em todas as áreas. Por conhecer essa cidade e por saber como projetar soluções para nossa capital é que me apresento como candidato à reeleição.
Maurício Reis – O Parque Mutirama foi entregue à população depois de uma grande obra que teve problemas até com a Justiça. O senhor teme que isto seja usado por seus adversários?
Paulo Garcia – A própria população é a resposta a essa questão. Duas obras que eram iniciadas por meu antecessor, mas que eu realizei nessa gestão: o Mutirama e o zoológico. É necessário frisar que o Mutirama não foi uma simples obra de restauração, foi feito um novo parque. Foi completamente refeito desde sua parte estrutural. Não havia uma drenagem adequada, até porque no final da década de 1960 não existia essa preocupação. O Mutirama é uma nova obra. Outra grande obra que executamos nessa administração foi o zoológico, que é uma área de preservação permanente que precisou ser redimensionada com novos conceitos e adequações. Em frente ao Parque das Rosas fica a Praça Joaquim Xavier Curado, que era um problema crônico de pessoas em risco social, drogados e abandonados que a maioria das pessoas evitava. Hoje é um espaço de convivência de famílias. Sei que a própria população dará a resposta para questionamentos que porventura possam ser feitos. O zoológico chegou a receber 17 mil pessoas em um único final de semana. O Mutirama é o maior parque público da América Latina e pouca gente sabe disso. Se pegarmos os parques particulares, ele está em terceiro lugar. Um parque dessa magnitude é reaberto aos poucos, de forma gradual. Tudo está sendo adaptado à utilização em massa pela população.
Ulisses Aesse – O senhor acha que há pessoas da oposição jogando contra essas grandes obras?
Paulo Garcia – Isto eu nem preciso dizer, vocês mesmo da imprensa dizem sempre. Mas eu penso que essa é uma campanha para se discutir a cidade de Goiânia e o futuro que nossa cidade deve ser inserida. Eu tenho por certo que inseri Goiânia em um contexto mundial. No final do ano passado, um organismo mundial propôs aos pretensos candidatos a prefeito no Brasil que participavam de um programa de sustentabilidade que assinassem um compromisso de desenvolver esses conceitos em suas cidades. Eu assinei esse projeto, era um documento prévio, porque nós não podíamos nos afirmar oficialmente como candidatos. Assinei o convênio com o programa da plataforma de cidade sustentável do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Mas, para mim, está claro que existem pessoas na oposição que se utilizam de recursos condenáveis como esse para desestabilizar uma gestão de benefícios para uma cidade.
Sabrina Ritiely – O senhor disse que fará de Goiânia uma cidade sustentável. Que tipo de medidas concretas o senhor propõe para que isto se torne realidade?
Paulo Garcia – Penso que Goiânia precisa continuar crescendo e se desenvolvendo, isto faz parte da história natural, como sou médico, gosto muito de usar o exemplo de quando estudamos e avaliamos um paciente, você faz uma avaliação pensando na chamada história natural da doença. A história natural de Goiânia é continuar crescendo e continuar a se desenvolver, é uma capital jovem, que vai completar 80 anos, mas que se torna madura. O espaço urbano é uma alma viva, dinâmica, então nós precisamos permitir que ela cresça e se desenvolva. Mas não queremos que Goiânia se torne uma São Paulo, precisamos planejá-la para que em todas as vertentes de nosso desenvolvimento nós implantemos ações, projetos e programas de sustentabilidade. Penso que os eleitores estão saturados de propostas que mercantilizam o processo eleitoral, proposta que não tem fundamento nenhum do ponto de vista de planejamento. O que é um projeto de Goiânia cidade sustentável? É um projeto que permita a continuidade do seu desenvolvimento, do seu crescimento, sem agressão ambiental e mais do que isto, gerando oportunidades idênticas para todas e todos, porque não há de se falar em desenvolvimento sustentável se isto não desencadear oportunidades para todos e todas que aqui vivem, trabalham, que criam suas famílias, para que cada um alcance seu sonhos, seus desejos, que são individuais e diferentes. Recentemente, eu li um artigo do governador do Estado dizendo reconhecer que o desenvolvimento de Goiânia em áreas fundamentais como meio ambiente é modelo para todo mundo e que isto, nas palavras do governador, é mérito do atual gestor municipal.
Hélmiton Prateado - Prefeito, o senhor tocou obras que tinham sido planejadas pelo seu antecessor. Qual o senhor ressalta como sendo obra inteiramente da sua gestão, o senhor planejou e está executando?
Paulo Garcia – Um exemplo bem recente e significativo é o corredor universitário, que provocou interferências e melhorias substanciais no trânsito, no transporte e em todos os modais de mobilidade urbana, são mudanças que foram projetadas e realizadas por mim. O corredor universitário é uma demonstração clara do que a gente deseja para toda cidade, tanto é que no dia da sua inauguração já anunciamos que estaríamos executando um dos modais que ele tem, que é a ciclovia, através de um convênio com a UFG para fazer todo o plano cicloviário da cidade de Goiânia. Já iniciamos uma obra unindo o Campus II com o Setor Universitário. Anunciei também que daríamos continuidade com o corredor levando até o Terminal Bandeiras, ligando-o à Praça da Bíblia. Aquele corredor do ponto de vista arquitetônico urbanístico requalificou um espaço urbano central. Criamos a primeira ciclovia permanente, padronizamos os quiosques, onde os permissionários comercializam normalmente alimentos de consumo rápido dentro de padrões de desenvolvimento que nós consideramos adequados pelo tempo que vivemos, com critérios rígidos de vigilância sanitária, a própria caixa asfáltica foi padronizada e dividida, dando preferência a quem precisa usar o transporte coletivo, que é o transporte de massa.
Outra obra fundamental que iniciamos em nossa gestão é o Complexo Macambira/Anicuns. Esse projeto começou a ser gestado no início dos anos 2000, mas coube a mim em fevereiro deste ano, depois de percorrer todos os obstáculos burocráticos, assinar os contratos e dar ordem de serviço do Macambira/Anicuns. São 11 trechos e duas unidades de preservação permanente. A primeira unidade de preservação permanente, que é o Parque Macambira, já está toda circundada de obras em sua extensão. Lá vai haver uma praça, chamada Praça das Esculturas, que nós vamos oferecer aos nossos artistas plásticos na área de qualquer manifestação cultural, tem áreas de prática de esportes e outras. São 11 trechos do Macambira/Anicuns que devem ser executados em 5 anos. A história de Goiânia será antes e depois do Macambira/Anicuns, porque ela não é uma obra simplesmente de preservação ambiental, é uma obra de requalificação urbana.
Deivid Souza - O senhor falou sobre transporte público pensando dentro da realidade financeira de Goiânia. Como é que vamos pensar um projeto amplo de transporte coletivo para Goiânia?
Paulo Garcia – Uma coisa que já estamos fazendo. Já estamos na fase final de confecção do edital de licitação, uma licitação internacional como foi o do Macambira/Anicus. Será o Eixo Norte/Sul de BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Trafic, ou simplesmente serviço de ônibus rápido. Ele vai cortar a cidade de Norte a Sul e, nesta fase inicial, são mais de 30 quilômetros de execução de obra que vai criar um corredor exclusivo. Isto será um avanço significativo no transporte de massa. Começa lá na esquina da Avenida São João com a Avenida Rio Verde, onde está o terminal Cruzeiro do Sul e a divisa de Goiânia com Aparecida de Goiânia, desce pela Quarta Radial, passa pelo Terminal Isidória, vai pela Rua 90, Avenida 84, Praça Cívica, Avenida Goiás e segue por esse eixo até o Recanto do Bosque. Essa é uma obra fantástica. Do ponto de vista de extensão é a maior já realizada em Goiânia.
Maurício Reis – O favoritismo nas pesquisas não atrapalha a campanha?
Paulo Garcia – Se favoritismo é estar em primeiro lugar no momento conjuntural, devo admitir que isto é verdade. Entretanto, um recorte do momento não irá nos fazer esmorecer, diminuir o ânimo e perder o foco de levar uma proposta séria e factível para a sociedade de Goiânia.
Hélmiton Prateado – Prefeito, como médico, como foi inaugurar uma obra como a Maternidade Dona Iris?
Paulo Garcia – É preciso que se diga que não é somente maternidade, é Hospital da Mulher. Essa diferenciação é necessária para que se diga que lá se cuida da mulher de forma global, não apenas na questão da obstetrícia, que é a gestação e parto. Tem um departamento, por exemplo, que cuida de mulheres que foram vítimas de agressões de qualquer ordem, física e psicológica. Para mim é motivo de grande alegria. Aquela é uma obra que eu executei de forma global. Quando eu assumi a prefeitura, lá não havia sequer um tijolo colocado, só tinha terra. Tudo foi construído inteiramente com recursos do município. Depois o governo da presidenta Dilma disponibilizou equipamentos para aquela unidade. Gosto de lembrar também que, sem demérito de qualquer unidade pública ou privada, não há uma sequer que se equipare ao tratamento da Maternidade e Hospital da Mulher Dona Iris. Tenho 30 anos de formado em Medicina, posso dizer com categoria que não existe uma unidade hospitalar como essa em Goiânia. Minha mulher, no início de sua carreira como anestesista, atendia lá e ficou emocionada com o que viu agora lá.
Ulisses Aesse – Prefeito, o que o senhor pensa para desenvolvimento econômico de Goiânia?
Paulo Garcia – Há propostas de desenvolvimento não poluente que podemos implementar, que sejam cadeias produtivas, que sejam plenamente sustentáveis. Por exemplo, uma delas pode ser tecnológica. Ela é considerada em toda a sua extensão uma cadeia produtiva limpa, não poluente e não agressora. A cadeia produtiva de TI (Tecnologia da Informação) é ampla, vai da produção de software até a produção de algoritmos que serão utilizados em todo o sistema de informática e em inúmeras áreas de conhecimento. Temos um projeto muito audacioso e plenamente exequível para isto que vamos apresentar em breve no nosso programa de governo. Precisamos criar todo o arcabouço necessário para que uma cadeia produtiva como essa se desenvolva em Goiânia, até pelo desenvolvimento educacional que ela demanda, é uma cadeia produtiva limpa e sustentável.
Maurício Reis – O que o senhor fala no quesito educação?
Paulo Garcia – Sobre isto também ficamos à vontade, pois está sob nossa responsabilidade o ensino fundamental. Da primeira à nona séries não há dificuldade para se encontrar vagas em Goiânia. No ensino infantil, que é seis meses a cinco anos de idade, as antigas creches, temos demanda. O MEC estabeleceu que as capitais brasileiras apresentem solução para isto até 2016. Em Goiânia firmamos o compromisso de resolver isto até o final de 2012. Acredito que investir em educação é definitivamente a única forma de uma sociedade afirmar que tem uma democracia consolidada. Pensamos que unidade escolar precisa ser pensada e executada de forma ampla, o que nos levou a construir em todas as unidades uma quadra poliesportiva, que serve para a prática de esportes e para convivência da comunidade. Todas as unidades que estamos construindo já têm sua quadra esportiva, e onde não havia, estamos construindo à parte. Vou falar de uma coisa que em 78 anos de Goiânia nunca foi feito: eu entreguei para cada aluno da rede municipal de ensino um kit de uniforme composto de short, calça, duas camisetas e uma blusa de frio. Se você multiplicar isto por mais de 100 mil alunos que temos, vocês verão o trabalho de justiça social que foi feito. Hoje é fato real que muitos pais estão migrando seus filhos da rede privada para a rede pública de ensino.
Hélmiton Prateado – Segurança pública é um grande problema em Goiânia. A Guarda Municipal terá mais atribuições para garantir segurança?
Paulo Garcia – Primeiro é preciso que se diga que segurança é dever da União e dos Estados. Mas não sou daqueles que imaginam que o município não deva dar sua contribuição. Nós temos dado nossa efetiva participação nesse quesito. Criamos a Secretaria de Defesa Social. A Guarda Municipal está passando por modificações substanciais com objetivo de se tornar um exemplo de polícia comunitária, não necessariamente de atuação ostensiva.
Fonte: Diário da Manhã
http://migre.me/9WNdG
Prefeito e candidato Paulo Garcia (PT) ao lado do vice Agenor Mariano (PMDB)
O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), visitou o editor-geral do Diário da Manhã, jornalista Batista Custódio, e concedeu longa entrevista para um time de jornalistas escalados para recebê-lo. Antes da conversa, Paulo tomou café da manhã e brincou descontraidamente sobre temas gerais. Disse estar descansado do final de semana, apesar da agenda corrida já por conta da campanha eleitoral.
Paulo estava acompanhado do vereador Agenor Mariano (PMDB), candidato a vice em sua chapa; do publicitário Renato Monteiro, seu marketeiro, e da jornalista Renata Vieira, assessora de imprensa da campanha.
Os jornalistas Ulisses Aesse, Arthur da Paz, Sabrina Ritiely, Maurício Reis, Deivid Souza, Welliton Carlos e Hélmiton Prateado conduziram as perguntas, que versaram sobre a gestão de Paulo Garcia à frente da prefeitura desde abril de 2010. O prefeito não se furtou a nenhum assunto e demonstrou preparo para debater sobre quaisquer temas sobre sua administração e sobre os problemas da cidade.
Paulo de Siqueira Garcia é de família tradicional de Goiânia, tem 53 anos, é médico neurocirurgião formado pela Universidade Federal de Goiás, casado com a também médica anestesista Tereza Beiler, com quem tem dois filhos. Foi presidente da Cooperativa de Trabalho Médico Unimed em Goiânia. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde meados dos anos 1990. Foi suplente de vereador em 2000 e eleito deputado estadual em 2002. Exerceu o cargo até 2006 e despontou por políticas de atenção à saúde e participação popular.
Foi eleito vice-prefeito na chapa de Iris Rezende, e com sua saída para candidatar-se ao governo do Estado, Paulo assumiu o cargo com o desafio de dar continuidade a um audacioso programa de obras já planejadas.
Ulisses Aesse – Prefeito, por que ser candidato à reeleição?
Paulo Garcia – Sem falsa modéstia, mas numa avaliação crítica pessoal, tenho a crença de que realizamos muito nesses pouco mais de dois anos à frente da administração municipal. Talvez tenham sido poucos prefeitos na história de Goiânia nesses 79 anos de nossa capital que tenham desencadeado tantos processos. Eu pude dar continuidade a inúmeros processos já iniciados por meu antecessor em especial, mas pude também dar início a novos projetos e programas que cremos ser fundamentais para esse processo de transição que vive nossa cidade. Goiânia vai completar 80 anos e penso que o fundamental agora é retomarmos um planejamento profundo em todas as áreas. Por conhecer essa cidade e por saber como projetar soluções para nossa capital é que me apresento como candidato à reeleição.
Maurício Reis – O Parque Mutirama foi entregue à população depois de uma grande obra que teve problemas até com a Justiça. O senhor teme que isto seja usado por seus adversários?
Paulo Garcia – A própria população é a resposta a essa questão. Duas obras que eram iniciadas por meu antecessor, mas que eu realizei nessa gestão: o Mutirama e o zoológico. É necessário frisar que o Mutirama não foi uma simples obra de restauração, foi feito um novo parque. Foi completamente refeito desde sua parte estrutural. Não havia uma drenagem adequada, até porque no final da década de 1960 não existia essa preocupação. O Mutirama é uma nova obra. Outra grande obra que executamos nessa administração foi o zoológico, que é uma área de preservação permanente que precisou ser redimensionada com novos conceitos e adequações. Em frente ao Parque das Rosas fica a Praça Joaquim Xavier Curado, que era um problema crônico de pessoas em risco social, drogados e abandonados que a maioria das pessoas evitava. Hoje é um espaço de convivência de famílias. Sei que a própria população dará a resposta para questionamentos que porventura possam ser feitos. O zoológico chegou a receber 17 mil pessoas em um único final de semana. O Mutirama é o maior parque público da América Latina e pouca gente sabe disso. Se pegarmos os parques particulares, ele está em terceiro lugar. Um parque dessa magnitude é reaberto aos poucos, de forma gradual. Tudo está sendo adaptado à utilização em massa pela população.
Ulisses Aesse – O senhor acha que há pessoas da oposição jogando contra essas grandes obras?
Paulo Garcia – Isto eu nem preciso dizer, vocês mesmo da imprensa dizem sempre. Mas eu penso que essa é uma campanha para se discutir a cidade de Goiânia e o futuro que nossa cidade deve ser inserida. Eu tenho por certo que inseri Goiânia em um contexto mundial. No final do ano passado, um organismo mundial propôs aos pretensos candidatos a prefeito no Brasil que participavam de um programa de sustentabilidade que assinassem um compromisso de desenvolver esses conceitos em suas cidades. Eu assinei esse projeto, era um documento prévio, porque nós não podíamos nos afirmar oficialmente como candidatos. Assinei o convênio com o programa da plataforma de cidade sustentável do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Mas, para mim, está claro que existem pessoas na oposição que se utilizam de recursos condenáveis como esse para desestabilizar uma gestão de benefícios para uma cidade.
Sabrina Ritiely – O senhor disse que fará de Goiânia uma cidade sustentável. Que tipo de medidas concretas o senhor propõe para que isto se torne realidade?
Paulo Garcia – Penso que Goiânia precisa continuar crescendo e se desenvolvendo, isto faz parte da história natural, como sou médico, gosto muito de usar o exemplo de quando estudamos e avaliamos um paciente, você faz uma avaliação pensando na chamada história natural da doença. A história natural de Goiânia é continuar crescendo e continuar a se desenvolver, é uma capital jovem, que vai completar 80 anos, mas que se torna madura. O espaço urbano é uma alma viva, dinâmica, então nós precisamos permitir que ela cresça e se desenvolva. Mas não queremos que Goiânia se torne uma São Paulo, precisamos planejá-la para que em todas as vertentes de nosso desenvolvimento nós implantemos ações, projetos e programas de sustentabilidade. Penso que os eleitores estão saturados de propostas que mercantilizam o processo eleitoral, proposta que não tem fundamento nenhum do ponto de vista de planejamento. O que é um projeto de Goiânia cidade sustentável? É um projeto que permita a continuidade do seu desenvolvimento, do seu crescimento, sem agressão ambiental e mais do que isto, gerando oportunidades idênticas para todas e todos, porque não há de se falar em desenvolvimento sustentável se isto não desencadear oportunidades para todos e todas que aqui vivem, trabalham, que criam suas famílias, para que cada um alcance seu sonhos, seus desejos, que são individuais e diferentes. Recentemente, eu li um artigo do governador do Estado dizendo reconhecer que o desenvolvimento de Goiânia em áreas fundamentais como meio ambiente é modelo para todo mundo e que isto, nas palavras do governador, é mérito do atual gestor municipal.
Hélmiton Prateado - Prefeito, o senhor tocou obras que tinham sido planejadas pelo seu antecessor. Qual o senhor ressalta como sendo obra inteiramente da sua gestão, o senhor planejou e está executando?
Paulo Garcia – Um exemplo bem recente e significativo é o corredor universitário, que provocou interferências e melhorias substanciais no trânsito, no transporte e em todos os modais de mobilidade urbana, são mudanças que foram projetadas e realizadas por mim. O corredor universitário é uma demonstração clara do que a gente deseja para toda cidade, tanto é que no dia da sua inauguração já anunciamos que estaríamos executando um dos modais que ele tem, que é a ciclovia, através de um convênio com a UFG para fazer todo o plano cicloviário da cidade de Goiânia. Já iniciamos uma obra unindo o Campus II com o Setor Universitário. Anunciei também que daríamos continuidade com o corredor levando até o Terminal Bandeiras, ligando-o à Praça da Bíblia. Aquele corredor do ponto de vista arquitetônico urbanístico requalificou um espaço urbano central. Criamos a primeira ciclovia permanente, padronizamos os quiosques, onde os permissionários comercializam normalmente alimentos de consumo rápido dentro de padrões de desenvolvimento que nós consideramos adequados pelo tempo que vivemos, com critérios rígidos de vigilância sanitária, a própria caixa asfáltica foi padronizada e dividida, dando preferência a quem precisa usar o transporte coletivo, que é o transporte de massa.
Outra obra fundamental que iniciamos em nossa gestão é o Complexo Macambira/Anicuns. Esse projeto começou a ser gestado no início dos anos 2000, mas coube a mim em fevereiro deste ano, depois de percorrer todos os obstáculos burocráticos, assinar os contratos e dar ordem de serviço do Macambira/Anicuns. São 11 trechos e duas unidades de preservação permanente. A primeira unidade de preservação permanente, que é o Parque Macambira, já está toda circundada de obras em sua extensão. Lá vai haver uma praça, chamada Praça das Esculturas, que nós vamos oferecer aos nossos artistas plásticos na área de qualquer manifestação cultural, tem áreas de prática de esportes e outras. São 11 trechos do Macambira/Anicuns que devem ser executados em 5 anos. A história de Goiânia será antes e depois do Macambira/Anicuns, porque ela não é uma obra simplesmente de preservação ambiental, é uma obra de requalificação urbana.
Deivid Souza - O senhor falou sobre transporte público pensando dentro da realidade financeira de Goiânia. Como é que vamos pensar um projeto amplo de transporte coletivo para Goiânia?
Paulo Garcia – Uma coisa que já estamos fazendo. Já estamos na fase final de confecção do edital de licitação, uma licitação internacional como foi o do Macambira/Anicus. Será o Eixo Norte/Sul de BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Trafic, ou simplesmente serviço de ônibus rápido. Ele vai cortar a cidade de Norte a Sul e, nesta fase inicial, são mais de 30 quilômetros de execução de obra que vai criar um corredor exclusivo. Isto será um avanço significativo no transporte de massa. Começa lá na esquina da Avenida São João com a Avenida Rio Verde, onde está o terminal Cruzeiro do Sul e a divisa de Goiânia com Aparecida de Goiânia, desce pela Quarta Radial, passa pelo Terminal Isidória, vai pela Rua 90, Avenida 84, Praça Cívica, Avenida Goiás e segue por esse eixo até o Recanto do Bosque. Essa é uma obra fantástica. Do ponto de vista de extensão é a maior já realizada em Goiânia.
Maurício Reis – O favoritismo nas pesquisas não atrapalha a campanha?
Paulo Garcia – Se favoritismo é estar em primeiro lugar no momento conjuntural, devo admitir que isto é verdade. Entretanto, um recorte do momento não irá nos fazer esmorecer, diminuir o ânimo e perder o foco de levar uma proposta séria e factível para a sociedade de Goiânia.
Hélmiton Prateado – Prefeito, como médico, como foi inaugurar uma obra como a Maternidade Dona Iris?
Paulo Garcia – É preciso que se diga que não é somente maternidade, é Hospital da Mulher. Essa diferenciação é necessária para que se diga que lá se cuida da mulher de forma global, não apenas na questão da obstetrícia, que é a gestação e parto. Tem um departamento, por exemplo, que cuida de mulheres que foram vítimas de agressões de qualquer ordem, física e psicológica. Para mim é motivo de grande alegria. Aquela é uma obra que eu executei de forma global. Quando eu assumi a prefeitura, lá não havia sequer um tijolo colocado, só tinha terra. Tudo foi construído inteiramente com recursos do município. Depois o governo da presidenta Dilma disponibilizou equipamentos para aquela unidade. Gosto de lembrar também que, sem demérito de qualquer unidade pública ou privada, não há uma sequer que se equipare ao tratamento da Maternidade e Hospital da Mulher Dona Iris. Tenho 30 anos de formado em Medicina, posso dizer com categoria que não existe uma unidade hospitalar como essa em Goiânia. Minha mulher, no início de sua carreira como anestesista, atendia lá e ficou emocionada com o que viu agora lá.
Ulisses Aesse – Prefeito, o que o senhor pensa para desenvolvimento econômico de Goiânia?
Paulo Garcia – Há propostas de desenvolvimento não poluente que podemos implementar, que sejam cadeias produtivas, que sejam plenamente sustentáveis. Por exemplo, uma delas pode ser tecnológica. Ela é considerada em toda a sua extensão uma cadeia produtiva limpa, não poluente e não agressora. A cadeia produtiva de TI (Tecnologia da Informação) é ampla, vai da produção de software até a produção de algoritmos que serão utilizados em todo o sistema de informática e em inúmeras áreas de conhecimento. Temos um projeto muito audacioso e plenamente exequível para isto que vamos apresentar em breve no nosso programa de governo. Precisamos criar todo o arcabouço necessário para que uma cadeia produtiva como essa se desenvolva em Goiânia, até pelo desenvolvimento educacional que ela demanda, é uma cadeia produtiva limpa e sustentável.
Maurício Reis – O que o senhor fala no quesito educação?
Paulo Garcia – Sobre isto também ficamos à vontade, pois está sob nossa responsabilidade o ensino fundamental. Da primeira à nona séries não há dificuldade para se encontrar vagas em Goiânia. No ensino infantil, que é seis meses a cinco anos de idade, as antigas creches, temos demanda. O MEC estabeleceu que as capitais brasileiras apresentem solução para isto até 2016. Em Goiânia firmamos o compromisso de resolver isto até o final de 2012. Acredito que investir em educação é definitivamente a única forma de uma sociedade afirmar que tem uma democracia consolidada. Pensamos que unidade escolar precisa ser pensada e executada de forma ampla, o que nos levou a construir em todas as unidades uma quadra poliesportiva, que serve para a prática de esportes e para convivência da comunidade. Todas as unidades que estamos construindo já têm sua quadra esportiva, e onde não havia, estamos construindo à parte. Vou falar de uma coisa que em 78 anos de Goiânia nunca foi feito: eu entreguei para cada aluno da rede municipal de ensino um kit de uniforme composto de short, calça, duas camisetas e uma blusa de frio. Se você multiplicar isto por mais de 100 mil alunos que temos, vocês verão o trabalho de justiça social que foi feito. Hoje é fato real que muitos pais estão migrando seus filhos da rede privada para a rede pública de ensino.
Hélmiton Prateado – Segurança pública é um grande problema em Goiânia. A Guarda Municipal terá mais atribuições para garantir segurança?
Paulo Garcia – Primeiro é preciso que se diga que segurança é dever da União e dos Estados. Mas não sou daqueles que imaginam que o município não deva dar sua contribuição. Nós temos dado nossa efetiva participação nesse quesito. Criamos a Secretaria de Defesa Social. A Guarda Municipal está passando por modificações substanciais com objetivo de se tornar um exemplo de polícia comunitária, não necessariamente de atuação ostensiva.
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_ano de 2010
O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Aparecida de Goiânia: R$ 191.552.546,78
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Aparecida de Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Aparecida de Goiânia: R$ 191.552.546,78
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Aparecida de Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Transferência de recursos para Anápolis_ano de 2010
O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Anápolis: R$ 178.165.548,81
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Anápolis: R$ 178.165.548,81
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Transferência de recursos para Goiânia_ano de 2010
O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Goiânia: R$ 791.480.828,27
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Goiânia: R$ 791.480.828,27
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Transferência de recursos para o estado de Goiás_Ano de 2010
O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiás, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2010
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiás, no ano de 2010, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Transferência de recursos para Goiânia_Ano de 2008
O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2008
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Total destinado ao município de Goiânia: R$ 661.635.267,11
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2008, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.
Transferência de Recursos:
UF: GOIÁS Exercício: 2008
Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Total destinado ao município de Goiânia: R$ 661.635.267,11
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2008, acesse aqui.
Fonte: Portal da Transparência
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