Candidato à reeleição, o prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT), afirma que o desafio agora é maior que em 2008, quando disputou pela primeira vez a prefeitura da cidade. À época, era a primeira experiência em disputa executiva. Gomide já tinha sido vereador por três mandatos.
- Mas e a bagagem e a gestão bem avaliada?, questiono.
- Mas e a bagagem e a gestão bem avaliada?, questiono.
“Tornam a disputa mais difícil”, responde. Segundo Gomide, é preciso converter a administração bem avaliada em votos e esta tarefa não é fácil.
Embora tenha o governador bem avaliado, ele analisa que a disputa eleitoral só é fácil quando se tem muitas pessoas nas ruas, buscando votos. Isso sim é uma vantagem, diz o prefeito. “Em geral, há pós e contras [ser candidato à reeleição]”, complementa. Para Gomide, o Executivo não será muito disputado. Refere-se à quantidade de candidatos. Sua responsabilidade, ele diz, é de apresentar o trabalho que ele e sua equipe fizeram ao longo de três anos e meio - diferentemente de 2008, em que eles propunham ações.
No dia 7 de outubro, a população avaliará nas urnas o trabalho feito pela gestão atual. “Nossa responsabilidade é de buscar o voto do cidadão não por aquilo que estamos oferecendo, mas por aquilo que prometemos e cumprimos. E podemos fazer ainda mais. Esta será a primeira oportunidade que terei para apresentar as ações que fiz.”
Perguntei a Antônio Gomide se há promessas de campanha não cumpridas. Ele respondeu que não fez tudo o que gostaria de fazer, porém mais do que muitos achavam que era possível, dado o descontentamento do eleitor nos últimos 20 anos. “Não fiz tudo, mas estamos seguido o planejamento a risca.” Antônio Gomide citou as creches. Foram entregues sete e há ordem de serviço para construção de mais sete, com entrega prevista para dezembro próximo. Em 105 anos da história da cidade, diz, foram construídas dez creches. Em quatro anos, 14.
A exemplo de diversas cidades brasileiras, reclama-se muito da saúde pública em Anápolis. O prefeito lembrou que é um problema enfrentado pelo País e admitiu que faltam profissionais. É um problema goiano, brasileiro e dos planos de saúde do mundo inteiro, declarou. Segundo Gomide, há deficiência na quantidade de médicos em todo o Estado e Anápolis tem tentado suprir a demanda, aumentando o salário de médicos, dentistas, enfermeiros e auxiliares.
Antônio Gomide diz que a rede de atendimento foi ampliada, que foi feito concurso público e que servidores foram contratados.
No final deste ano, será inaugurado o novo Hospital Municipal. Para somar com o serviço prestado, foram inaugurados o Cais da Mulher (a fim de descentralizar o atendimento no Hospital Municipal), dois Cais de atendimento 24 horas, e outros dois serão entregues no final do ano.
Indagado se os quatro Cais de atendimento integral são suficientes, o prefeito diz que sim. O problema, segundo ele, é que, na medida que se tem estrutura, a demanda aumenta.
“As pessoas, quando sabem que podem ter bom atendimento, vêm para a cidade em busca dessa atenção adequada de saúde. É o que tem acontecido com Anápolis. Então você supera alguns desafios e enfrenta outros”, justifica.
É necessidade básica ter atendimento 24 horas, pontua o candidato. Para isso, é preciso focar nos profissionais de saúde e fazer a regulação para média e grandes complexidades com UTIs e hospitais particulares. Isso, segundo ele, tem sido feito. “Mas sozinho o poder público municipal não dá conta”, adverte o petista.
Embora tenha o governador bem avaliado, ele analisa que a disputa eleitoral só é fácil quando se tem muitas pessoas nas ruas, buscando votos. Isso sim é uma vantagem, diz o prefeito. “Em geral, há pós e contras [ser candidato à reeleição]”, complementa. Para Gomide, o Executivo não será muito disputado. Refere-se à quantidade de candidatos. Sua responsabilidade, ele diz, é de apresentar o trabalho que ele e sua equipe fizeram ao longo de três anos e meio - diferentemente de 2008, em que eles propunham ações.
No dia 7 de outubro, a população avaliará nas urnas o trabalho feito pela gestão atual. “Nossa responsabilidade é de buscar o voto do cidadão não por aquilo que estamos oferecendo, mas por aquilo que prometemos e cumprimos. E podemos fazer ainda mais. Esta será a primeira oportunidade que terei para apresentar as ações que fiz.”
Perguntei a Antônio Gomide se há promessas de campanha não cumpridas. Ele respondeu que não fez tudo o que gostaria de fazer, porém mais do que muitos achavam que era possível, dado o descontentamento do eleitor nos últimos 20 anos. “Não fiz tudo, mas estamos seguido o planejamento a risca.” Antônio Gomide citou as creches. Foram entregues sete e há ordem de serviço para construção de mais sete, com entrega prevista para dezembro próximo. Em 105 anos da história da cidade, diz, foram construídas dez creches. Em quatro anos, 14.
A exemplo de diversas cidades brasileiras, reclama-se muito da saúde pública em Anápolis. O prefeito lembrou que é um problema enfrentado pelo País e admitiu que faltam profissionais. É um problema goiano, brasileiro e dos planos de saúde do mundo inteiro, declarou. Segundo Gomide, há deficiência na quantidade de médicos em todo o Estado e Anápolis tem tentado suprir a demanda, aumentando o salário de médicos, dentistas, enfermeiros e auxiliares.
Antônio Gomide diz que a rede de atendimento foi ampliada, que foi feito concurso público e que servidores foram contratados.
No final deste ano, será inaugurado o novo Hospital Municipal. Para somar com o serviço prestado, foram inaugurados o Cais da Mulher (a fim de descentralizar o atendimento no Hospital Municipal), dois Cais de atendimento 24 horas, e outros dois serão entregues no final do ano.
Indagado se os quatro Cais de atendimento integral são suficientes, o prefeito diz que sim. O problema, segundo ele, é que, na medida que se tem estrutura, a demanda aumenta.
“As pessoas, quando sabem que podem ter bom atendimento, vêm para a cidade em busca dessa atenção adequada de saúde. É o que tem acontecido com Anápolis. Então você supera alguns desafios e enfrenta outros”, justifica.
É necessidade básica ter atendimento 24 horas, pontua o candidato. Para isso, é preciso focar nos profissionais de saúde e fazer a regulação para média e grandes complexidades com UTIs e hospitais particulares. Isso, segundo ele, tem sido feito. “Mas sozinho o poder público municipal não dá conta”, adverte o petista.
Fonte: Jornal Opção

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