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terça-feira, 24 de julho de 2012

Prefeitura de Goiânia amplia serviços da Maternidade Dona Iris

Após um mês da inauguração, o Hospital da Mulher e Maternidade Dona Iris (HMMDI) aumentou o número de procedimentos. A Maternidade foi inaugurada no dia 17 de junho contando apenas com um ambulatório apto a realizar serviços que gradativamente serão implementados.

Nesse primeiro mês de funcionamento, o Hospital da Mulher e Maternidade Dona Iris realizou 180 consultas ambulatorias agendadas pelo Teleconsulta. Também foram realizados 81 atendimentos de emergência, 42 exames ecográficos e 01 parto normal. A partir do dia 9 de julho, a Maternidade  começou a realizar exames. Foram emitidos 76 exames e, desse total, 42 exames ecográficos foram realizados.

A infraestrutura para internação e procedimentos cirúrgicos está sendo implementada. A previsão é de que aos poucos a Maternidade vá integralizando todos os tipos de serviço e que até o final do ano já esteja com 103 leitos em funcionamento e com aproximadamente 110 mil consultas médicas por mês. Para o  mês de agosto está previsto um processo seletivo para a contratação de novos profissionais e assim ampliação dos atendimentos.

A previsão para os próximos meses é de que seja ampliado o número de consultórios e que sete novos ambulatórios sejam implantados, dentre eles os ambulatórios de Mastologia, Planejamento familiar, Cirurgia, Climatério e Reprodução humana. Até o momento, o usuário tem se sentido satisfeito com a rapidez nos procedimentos e a humanização do atendimento por parte dos profissionais.

Fonte: Site PT Goiás
http://migre.me/a1Lok



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Paulo Garcia lidera pesquisas em Goiânia

O primeiro levantamento realizado após o registro oficial de candidaturas ao Paço Municipal, divulgado nesta terça-feira,17, pelo Jornal O Popular, mostrou que o prefeito Paulo Garcia (PT) ampliou a liderança na disputa, com 34,1% dos votos, segundo pesquisa Serpes realizada nos dias 12 a 16 de julho.

O petista cresceu 7,8 pontos porcentuais em relação ao cenário anterior, divulgado em 18 de junho, quando aparecia com 26,3%. Outro importante dado revelado pela pesquisa é que Paulo tem maior preferência entre jovens com idade de 16 a 24 anos (44,7%).

O porcentual da deputada estadual Isaura Lemos (PCdoB) é de 10%, já o candidato único da base do governo estadual, o deputado federal Jovair Arantes (PTB) aparece com 7,7% empatando com o deputado estadual Elias Júnior (PMN), com 7,2%.

Candidato do PSOL, professor Pantaleão tem 1,5%. O vereador Simeyzon Silveira (PSC) aparece com 1,3%. O administrador José Netho, do novato PPL, tem 1,2%, e Rubens Donizzeti, do PSTU, 0,5%.

O deputado e presidente do Diretório Municipal do PT, Luis Cesar Bueno, afirma que a direção do PT está trabalhando em todo Estado para aumentar significativamente o número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em Goiás. “Nossa expectativa é de eleger Paulo Garcia na Capital, Antônio Gomide em Anápolis, Karlos Cabral em Rio Verde entre outros”, conclui o deputado.

Fonte: Com informações do Jornal O Popular
Site Diretório Municipal Goiânia                            

Entrevista Paulo Garcia: “Vou planejar e moldar uma cidade”

Prefeito e candidato à reeleição fala do que gostou de realizar, dos planos para um novo mandato e de como pensa uma metrópole regional

Fonte: Diário da Manhã
http://migre.me/9WNdG

Prefeito e candidato Paulo Garcia (PT) ao lado do vice Agenor Mariano (PMDB)









O pre­feito de Goi­ânia, Paulo Garcia (PT), vi­sitou o editor-geral do Diário da Manhã, jor­na­lista Ba­tista Cus­tódio, e con­cedeu longa en­tre­vista para um time de jor­na­listas es­ca­lados para re­cebê-lo. Antes da con­versa, Paulo tomou café da manhã e brincou des­con­trai­da­mente sobre temas ge­rais. Disse estar des­can­sado do final de se­mana, apesar da agenda cor­rida já por conta da cam­panha elei­toral.
Paulo es­tava acom­pa­nhado do ve­re­ador Agenor Ma­riano (PMDB), can­di­dato a vice em sua chapa; do pu­bli­ci­tário Re­nato Mon­teiro, seu mar­ke­teiro, e da jor­na­lista Re­nata Vi­eira, as­ses­sora de im­prensa da cam­panha.
Os jor­na­listas Ulisses Aesse, Arthur da Paz, Sa­brina Ri­tiely, Mau­rício Reis, Deivid Souza, Wel­liton Carlos e Hél­miton Pra­teado con­du­ziram as per­guntas, que ver­saram sobre a gestão de Paulo Garcia à frente da pre­fei­tura desde abril de 2010. O pre­feito não se furtou a ne­nhum as­sunto e de­mons­trou pre­paro para de­bater sobre quais­quer temas sobre sua ad­mi­nis­tração e sobre os pro­blemas da ci­dade.
Paulo de Si­queira Garcia é de fa­mília tra­di­ci­onal de Goi­ânia, tem 53 anos, é mé­dico neu­ro­ci­rur­gião for­mado pela Uni­ver­si­dade Fe­deral de Goiás, ca­sado com a também mé­dica anes­te­sista Te­reza Beiler, com quem tem dois fi­lhos. Foi pre­si­dente da Co­o­pe­ra­tiva de Tra­balho Mé­dico Unimed em Goi­ânia. É fi­liado ao Par­tido dos Tra­ba­lha­dores desde me­ados dos anos 1990. Foi su­plente de ve­re­ador em 2000 e eleito de­pu­tado es­ta­dual em 2002. Exerceu o cargo até 2006 e des­pontou por po­lí­ticas de atenção à saúde e par­ti­ci­pação po­pular.
Foi eleito vice-pre­feito na chapa de Iris Re­zende, e com sua saída para can­di­datar-se ao go­verno do Es­tado, Paulo as­sumiu o cargo com o de­safio de dar con­ti­nui­dade a um au­da­cioso pro­grama de obras já pla­ne­jadas.


Ulisses Aesse – Pre­feito, por que ser can­di­dato à re­e­leição?
Paulo Garcia – Sem falsa mo­déstia, mas numa ava­li­ação crí­tica pes­soal, tenho a crença de que re­a­li­zamos muito nesses pouco mais de dois anos à frente da ad­mi­nis­tração mu­ni­cipal. Talvez te­nham sido poucos pre­feitos na his­tória de Goi­ânia nesses 79 anos de nossa ca­pital que te­nham de­sen­ca­deado tantos pro­cessos. Eu pude dar con­ti­nui­dade a inú­meros pro­cessos já ini­ci­ados por meu an­te­cessor em es­pe­cial, mas pude também dar início a novos pro­jetos e pro­gramas que cremos ser fun­da­men­tais para esse pro­cesso de tran­sição que vive nossa ci­dade. Goi­ânia vai com­pletar 80 anos e penso que o fun­da­mental agora é re­to­marmos um pla­ne­ja­mento pro­fundo em todas as áreas. Por co­nhecer essa ci­dade e por saber como pro­jetar so­lu­ções para nossa ca­pital é que me apre­sento como can­di­dato à re­e­leição.


Mau­rício Reis – O Parque Mu­ti­rama foi en­tregue à po­pu­lação de­pois de uma grande obra que teve pro­blemas até com a Jus­tiça. O se­nhor teme que isto seja usado por seus ad­ver­sá­rios?
Paulo Garcia – A pró­pria po­pu­lação é a res­posta a essa questão. Duas obras que eram ini­ci­adas por meu an­te­cessor, mas que eu re­a­lizei nessa gestão: o Mu­ti­rama e o zo­o­ló­gico. É ne­ces­sário frisar que o Mu­ti­rama não foi uma sim­ples obra de res­tau­ração, foi feito um novo parque. Foi com­ple­ta­mente re­feito desde sua parte es­tru­tural. Não havia uma dre­nagem ade­quada, até porque no final da dé­cada de 1960 não existia essa pre­o­cu­pação. O Mu­ti­rama é uma nova obra. Outra grande obra que exe­cu­tamos nessa ad­mi­nis­tração foi o zo­o­ló­gico, que é uma área de pre­ser­vação per­ma­nente que pre­cisou ser re­di­men­si­o­nada com novos con­ceitos e ade­qua­ções. Em frente ao Parque das Rosas fica a Praça Jo­a­quim Xa­vier Cu­rado, que era um pro­blema crô­nico de pes­soas em risco so­cial, dro­gados e aban­do­nados que a mai­oria das pes­soas evi­tava. Hoje é um es­paço de con­vi­vência de fa­mí­lias. Sei que a pró­pria po­pu­lação dará a res­posta para ques­ti­o­na­mentos que por­ven­tura possam ser feitos. O zo­o­ló­gico chegou a re­ceber 17 mil pes­soas em um único final de se­mana. O Mu­ti­rama é o maior parque pú­blico da Amé­rica La­tina e pouca gente sabe disso. Se pe­garmos os par­ques par­ti­cu­lares, ele está em ter­ceiro lugar. Um parque dessa mag­ni­tude é re­a­berto aos poucos, de forma gra­dual. Tudo está sendo adap­tado à uti­li­zação em massa pela po­pu­lação.


Ulisses Aesse – O se­nhor acha que há pes­soas da opo­sição jo­gando contra essas grandes obras?
Paulo Garcia – Isto eu nem pre­ciso dizer, vocês mesmo da im­prensa dizem sempre. Mas eu penso que essa é uma cam­panha para se dis­cutir a ci­dade de Goi­ânia e o fu­turo que nossa ci­dade deve ser in­se­rida. Eu tenho por certo que in­seri Goi­ânia em um con­texto mun­dial. No final do ano pas­sado, um or­ga­nismo mun­dial propôs aos pre­tensos can­di­datos a pre­feito no Brasil que par­ti­ci­pavam de um pro­grama de sus­ten­ta­bi­li­dade que as­si­nassem um com­pro­misso de de­sen­volver esses con­ceitos em suas ci­dades. Eu as­sinei esse pro­jeto, era um do­cu­mento prévio, porque nós não po­díamos nos afirmar ofi­ci­al­mente como can­di­datos. As­sinei o con­vênio com o pro­grama da pla­ta­forma de ci­dade sus­ten­tável do BID (Banco In­te­ra­me­ri­cano de De­sen­vol­vi­mento). Mas, para mim, está claro que existem pes­soas na opo­sição que se uti­lizam de re­cursos con­de­ná­veis como esse para de­ses­ta­bi­lizar uma gestão de be­ne­fí­cios para uma ci­dade.


Sa­brina Ri­tiely – O se­nhor disse que fará de Goi­ânia uma ci­dade sus­ten­tável. Que tipo de me­didas con­cretas o se­nhor propõe para que isto se torne re­a­li­dade?
Paulo Garcia – Penso que Goi­ânia pre­cisa con­ti­nuar cres­cendo e se de­sen­vol­vendo, isto faz parte da his­tória na­tural, como sou mé­dico, gosto muito de usar o exemplo de quando es­tu­damos e ava­li­amos um pa­ci­ente, você faz uma ava­li­ação pen­sando na cha­mada his­tória na­tural da do­ença. A his­tória na­tural de Goi­ânia é con­ti­nuar cres­cendo e con­ti­nuar a se de­sen­volver, é uma ca­pital jovem, que vai com­pletar 80 anos, mas que se torna ma­dura. O es­paço ur­bano é uma alma viva, di­nâ­mica, então nós pre­ci­samos per­mitir que ela cresça e se de­sen­volva. Mas não que­remos que Goi­ânia se torne uma São Paulo, pre­ci­samos pla­nejá-la para que em todas as ver­tentes de nosso de­sen­vol­vi­mento nós im­plan­temos ações, pro­jetos e pro­gramas de sus­ten­ta­bi­li­dade. Penso que os elei­tores estão sa­tu­rados de pro­postas que mer­can­ti­lizam o pro­cesso elei­toral, pro­posta que não tem fun­da­mento ne­nhum do ponto de vista de pla­ne­ja­mento. O que é um pro­jeto de Goi­ânia ci­dade sus­ten­tável? É um pro­jeto que per­mita a con­ti­nui­dade do seu de­sen­vol­vi­mento, do seu cres­ci­mento, sem agressão am­bi­ental e mais do que isto, ge­rando opor­tu­ni­dades idên­ticas para todas e todos, porque não há de se falar em de­sen­vol­vi­mento sus­ten­tável se isto não de­sen­ca­dear opor­tu­ni­dades para todos e todas que aqui vivem, tra­ba­lham, que criam suas fa­mí­lias, para que cada um al­cance seu so­nhos, seus de­sejos, que são in­di­vi­duais e di­fe­rentes. Re­cen­te­mente, eu li um ar­tigo do go­ver­nador do Es­tado di­zendo re­co­nhecer que o de­sen­vol­vi­mento de Goi­ânia em áreas fun­da­men­tais como meio am­bi­ente é mo­delo para todo mundo e que isto, nas pa­la­vras do go­ver­nador, é mé­rito do atual gestor mu­ni­cipal.


Hél­miton Pra­teado - Pre­feito, o se­nhor tocou obras que ti­nham sido pla­ne­jadas pelo seu an­te­cessor. Qual o se­nhor res­salta como sendo obra in­tei­ra­mente da sua gestão, o se­nhor pla­nejou e está exe­cu­tando?
Paulo Garcia – Um exemplo bem re­cente e sig­ni­fi­ca­tivo é o cor­redor uni­ver­si­tário, que pro­vocou in­ter­fe­rên­cias e me­lho­rias subs­tan­ciais no trân­sito, no trans­porte e em todos os mo­dais de mo­bi­li­dade ur­bana, são mu­danças que foram pro­je­tadas e re­a­li­zadas por mim. O cor­redor uni­ver­si­tário é uma de­mons­tração clara do que a gente de­seja para toda ci­dade, tanto é que no dia da sua inau­gu­ração já anun­ci­amos que es­ta­ríamos exe­cu­tando um dos mo­dais que ele tem, que é a ci­clovia, através de um con­vênio com a UFG para fazer todo o plano ci­clo­viário da ci­dade de Goi­ânia. Já ini­ci­amos uma obra unindo o Campus II com o Setor Uni­ver­si­tário. Anun­ciei também que da­ríamos con­ti­nui­dade com o cor­redor le­vando até o Ter­minal Ban­deiras, li­gando-o à Praça da Bí­blia. Aquele cor­redor do ponto de vista ar­qui­tetô­nico ur­ba­nís­tico re­qua­li­ficou um es­paço ur­bano cen­tral. Cri­amos a pri­meira ci­clovia per­ma­nente, pa­dro­ni­zamos os qui­os­ques, onde os per­mis­si­o­ná­rios co­mer­ci­a­lizam nor­mal­mente ali­mentos de con­sumo rá­pido dentro de pa­drões de de­sen­vol­vi­mento que nós con­si­de­ramos ade­quados pelo tempo que vi­vemos, com cri­té­rios rí­gidos de vi­gi­lância sa­ni­tária, a pró­pria caixa as­fál­tica foi pa­dro­ni­zada e di­vi­dida, dando pre­fe­rência a quem pre­cisa usar o trans­porte co­le­tivo, que é o trans­porte de massa.
Outra obra fun­da­mental que ini­ci­amos em nossa gestão é o Com­plexo Ma­cam­bira/Ani­cuns. Esse pro­jeto co­meçou a ser ges­tado no início dos anos 2000, mas coube a mim em fe­ve­reiro deste ano, de­pois de per­correr todos os obs­tá­culos bu­ro­crá­ticos, as­sinar os con­tratos e dar ordem de ser­viço do Ma­cam­bira/Ani­cuns. São 11 tre­chos e duas uni­dades de pre­ser­vação per­ma­nente. A pri­meira uni­dade de pre­ser­vação per­ma­nente, que é o Parque Ma­cam­bira, já está toda cir­cun­dada de obras em sua ex­tensão. Lá vai haver uma praça, cha­mada Praça das Es­cul­turas, que nós vamos ofe­recer aos nossos ar­tistas plás­ticos na área de qual­quer ma­ni­fes­tação cul­tural, tem áreas de prá­tica de es­portes e ou­tras. São 11 tre­chos do Ma­cam­bira/Ani­cuns que devem ser exe­cu­tados em 5 anos. A his­tória de Goi­ânia será antes e de­pois do Ma­cam­bira/Ani­cuns, porque ela não é uma obra sim­ples­mente de pre­ser­vação am­bi­ental, é uma obra de re­qua­li­fi­cação ur­bana.


Deivid Souza - O se­nhor falou sobre trans­porte pú­blico pen­sando dentro da re­a­li­dade fi­nan­ceira de Goi­ânia. Como é que vamos pensar um pro­jeto amplo de trans­porte co­le­tivo para Goi­ânia?
Paulo Garcia – Uma coisa que já es­tamos fa­zendo. Já es­tamos na fase final de con­fecção do edital de li­ci­tação, uma li­ci­tação in­ter­na­ci­onal como foi o do Ma­cam­bira/Anicus. Será o Eixo Norte/Sul de BRT, sigla em in­glês para Bus Rapid Trafic, ou sim­ples­mente ser­viço de ônibus rá­pido. Ele vai cortar a ci­dade de Norte a Sul e, nesta fase ini­cial, são mais de 30 quilô­me­tros de exe­cução de obra que vai criar um cor­redor ex­clu­sivo. Isto será um avanço sig­ni­fi­ca­tivo no trans­porte de massa. Co­meça lá na es­quina da Ave­nida São João com a Ave­nida Rio Verde, onde está o ter­minal Cru­zeiro do Sul e a di­visa de Goi­ânia com Apa­re­cida de Goi­ânia, desce pela Quarta Ra­dial, passa pelo Ter­minal Isi­dória, vai pela Rua 90, Ave­nida 84, Praça Cí­vica, Ave­nida Goiás e segue por esse eixo até o Re­canto do Bosque. Essa é uma obra fan­tás­tica. Do ponto de vista de ex­tensão é a maior já re­a­li­zada em Goi­ânia.


Mau­rício Reis – O fa­vo­ri­tismo nas pes­quisas não atra­palha a cam­panha?
Paulo Garcia – Se fa­vo­ri­tismo é estar em pri­meiro lugar no mo­mento con­jun­tural, devo ad­mitir que isto é ver­dade. En­tre­tanto, um re­corte do mo­mento não irá nos fazer es­mo­recer, di­mi­nuir o ânimo e perder o foco de levar uma pro­posta séria e fac­tível para a so­ci­e­dade de Goi­ânia.


Hél­miton Pra­teado – Pre­feito, como mé­dico, como foi inau­gurar uma obra como a Ma­ter­ni­dade Dona Iris?
Paulo Garcia – É pre­ciso que se diga que não é so­mente ma­ter­ni­dade, é Hos­pital da Mu­lher. Essa di­fe­ren­ci­ação é ne­ces­sária para que se diga que lá se cuida da mu­lher de forma global, não apenas na questão da obs­te­trícia, que é a ges­tação e parto. Tem um de­par­ta­mento, por exemplo, que cuida de mu­lheres que foram ví­timas de agres­sões de qual­quer ordem, fí­sica e psi­co­ló­gica. Para mim é mo­tivo de grande ale­gria. Aquela é uma obra que eu exe­cutei de forma global. Quando eu as­sumi a pre­fei­tura, lá não havia se­quer um ti­jolo co­lo­cado, só tinha terra. Tudo foi cons­truído in­tei­ra­mente com re­cursos do mu­ni­cípio. De­pois o go­verno da pre­si­denta Dilma dis­po­ni­bi­lizou equi­pa­mentos para aquela uni­dade. Gosto de lem­brar também que, sem de­mé­rito de qual­quer uni­dade pú­blica ou pri­vada, não há uma se­quer que se equi­pare ao tra­ta­mento da Ma­ter­ni­dade e Hos­pital da Mu­lher Dona Iris. Tenho 30 anos de for­mado em Me­di­cina, posso dizer com ca­te­goria que não existe uma uni­dade hos­pi­talar como essa em Goi­ânia. Minha mu­lher, no início de sua car­reira como anes­te­sista, atendia lá e ficou emo­ci­o­nada com o que viu agora lá.


Ulisses Aesse – Pre­feito, o que o se­nhor pensa para de­sen­vol­vi­mento econô­mico de Goi­ânia?
Paulo Garcia – Há pro­postas de de­sen­vol­vi­mento não po­lu­ente que po­demos im­ple­mentar, que sejam ca­deias pro­du­tivas, que sejam ple­na­mente sus­ten­tá­veis. Por exemplo, uma delas pode ser tec­no­ló­gica. Ela é con­si­de­rada em toda a sua ex­tensão uma ca­deia pro­du­tiva limpa, não po­lu­ente e não agres­sora. A ca­deia pro­du­tiva de TI (Tec­no­logia da In­for­mação) é ampla, vai da pro­dução de software até a pro­dução de al­go­ritmos que serão uti­li­zados em todo o sis­tema de in­for­má­tica e em inú­meras áreas de co­nhe­ci­mento. Temos um pro­jeto muito au­da­cioso e ple­na­mente exequível para isto que vamos apre­sentar em breve no nosso pro­grama de go­verno. Pre­ci­samos criar todo o ar­ca­bouço ne­ces­sário para que uma ca­deia pro­du­tiva como essa se de­sen­volva em Goi­ânia, até pelo de­sen­vol­vi­mento edu­ca­ci­onal que ela de­manda, é uma ca­deia pro­du­tiva limpa e sus­ten­tável.


Mau­rício Reis – O que o se­nhor fala no que­sito edu­cação?
Paulo Garcia – Sobre isto também fi­camos à von­tade, pois está sob nossa res­pon­sa­bi­li­dade o en­sino fun­da­mental. Da pri­meira à nona sé­ries não há di­fi­cul­dade para se en­con­trar vagas em Goi­ânia. No en­sino in­fantil, que é seis meses a cinco anos de idade, as an­tigas cre­ches, temos de­manda. O MEC es­ta­be­leceu que as ca­pi­tais bra­si­leiras apre­sentem so­lução para isto até 2016. Em Goi­ânia fir­mamos o com­pro­misso de re­solver isto até o final de 2012. Acre­dito que in­vestir em edu­cação é de­fi­ni­ti­va­mente a única forma de uma so­ci­e­dade afirmar que tem uma de­mo­cracia con­so­li­dada. Pen­samos que uni­dade es­colar pre­cisa ser pen­sada e exe­cu­tada de forma ampla, o que nos levou a cons­truir em todas as uni­dades uma quadra po­li­es­por­tiva, que serve para a prá­tica de es­portes e para con­vi­vência da co­mu­ni­dade. Todas as uni­dades que es­tamos cons­truindo já têm sua quadra es­por­tiva, e onde não havia, es­tamos cons­truindo à parte. Vou falar de uma coisa que em 78 anos de Goi­ânia nunca foi feito: eu en­tre­guei para cada aluno da rede mu­ni­cipal de en­sino um kit de uni­forme com­posto de short, calça, duas ca­mi­setas e uma blusa de frio. Se você mul­ti­plicar isto por mais de 100 mil alunos que temos, vocês verão o tra­balho de jus­tiça so­cial que foi feito. Hoje é fato real que muitos pais estão mi­grando seus fi­lhos da rede pri­vada para a rede pú­blica de en­sino.


Hél­miton Pra­teado – Se­gu­rança pú­blica é um grande pro­blema em Goi­ânia. A Guarda Mu­ni­cipal terá mais atri­bui­ções para ga­rantir se­gu­rança?
Paulo Garcia – Pri­meiro é pre­ciso que se diga que se­gu­rança é dever da União e dos Es­tados. Mas não sou da­queles que ima­ginam que o mu­ni­cípio não deva dar sua con­tri­buição. Nós temos dado nossa efe­tiva par­ti­ci­pação nesse que­sito. Cri­amos a Se­cre­taria de De­fesa So­cial. A Guarda Mu­ni­cipal está pas­sando por mo­di­fi­ca­ções subs­tan­ciais com ob­je­tivo de se tornar um exemplo de po­lícia co­mu­ni­tária, não ne­ces­sa­ri­a­mente de atu­ação os­ten­siva.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Brasil Carinhoso destinou R$ 164,7 mi a famílias carentes em junho

O programa pretende tirar famílias da situação de vulnerabilidade social
O governo federal destinou, em junho, R$ 164,7 milhões a mais para 1,9 mil famílias com crianças entre 0 e 6 anos e renda mensal por pessoa inferior a R$ 70. O objetivo é fazer com que essa parcela da população ultrapasse a linha da miséria. O Benefício para Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância (BSP) integra o Brasil Carinhoso – Primeira Infância, uma ação do Plano Brasil Sem Miséria, e será pago até esta sexta-feira (29).

Somados aos benefícios anteriores do Programa Bolsa Família, esse público está recebendo R$ 298,5 milhões, segundo a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O novo benefício elevou a folha de pagamento do Bolsa Família de R$1,6 bilhão em maio para R$ 1,8 bilhão em junho. São atendidas 13,4 milhões de famílias pelo programa de transferência de renda em todos os municípios brasileiros.

Com o BSP, o valor médio do benefício subiu de R$ 121,00 para R$ 134,00. Os valores ficam disponíveis para saque nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal por 90 dias, com o mesmo cartão e senha do Bolsa Família. Os recursos que não forem sacados nesse período retornam ao orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

O Benefício para Superação da Extrema Pobreza foi anunciado pela presidenta Dilma Rousseff no dia 14 de maio. Essa medida reforça o esforço do governo federal para tirar as famílias da situação de vulnerabilidade social que incide com mais rigor sobre a infância, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

O novo valor corresponde à soma necessária para que a família supere a linha de R$ 70 por integrante e é calculado por faixas de renda. Como estado que concentra a maior quantidade de famílias no Bolsa Família, a Bahia registrou também o maior número de BSP e, consequentemente, o maior volume de recursos, que ultrapassou R$ 23,2 milhões. Em seguida, aparecem o Maranhão, Ceará e Pernambuco.

A expectativa do MDS é que a ampliação do Bolsa Família terá impacto imediato de 40% na redução da miséria (considerando os valores repassados a todas as faixas etárias) e de 62% entre as crianças de 0 e 6 anos. Os valores do programa são calculados conforme o perfil econômico e o número de integrantes da família.

Antes da mudança, a família extremamente pobre recebia um benefício básico de R$ 70, somados aos variáveis por criança de até 15 anos no valor de R$ 32 (incluindo gestante e nutriz), limitado a cinco por família; mais outro de R$ 38,00 por adolescentes de 16 e 17 anos, limitado a dois. As famílias pobres, ou seja, com renda entre R$ 70 e R$ 140 recebem somente os valores referentes a crianças e adolescentes.

 Além de transferir renda, o Bolsa Família exige frequência à escola e visita aos postos de saúde a cada semestre. As duas contrapartidas são acompanhadas pelos municípios e pelos Ministérios da Saúde e Educação, parceiros do MDS na gestão o programa. Para evitar a perda do benefício necessário também atualizar os dados cadastrais a cada dois anos.



Portal Brasil - 26/06/2012

“Um Brasil Para Todas e Todos” foi uma das marcas da Marcha das Margaridas

Marcha das Margaridas contou com mulheres de todos os cantos do país. (Foto Gustavo Toncovitch / PT)

“Nós mulheres do PT, estamos presentes em todos os estados articulando, e estamos aqui marchando com as mulheres por um Brasil justo, igualitário, pela igualdade entre homens e mulheres”, afirma Laisy Morièri

A Marcha das Margaridas contou com mulheres de todos os cantos do país, que organizadas se concentraram na frente do Congresso Nacional. Entre as principais bandeiras está a busca de igualdade entre mulheres e homens, reconhecimento do trabalho, maior participação política, entre outras citações também importantes.

A senadora Ana Rita (PT-ES) descreve a Marcha das Margaridas como um momento de luta de todas as mulheres brasileiras, e também um momento de buscar o papel da mulher no Congresso.

“Esta marcha é importante porque ela representa a luta de todas as mulheres brasileiras, das mais variadas regiões deste país, as mulheres tanto do campo, quanto da cidade, as mulheres das florestas, mulheres negras, indígenas, quilombolas, enfim esta marcha tem um significado muito especial, porque ela traz uma pauta bastante intensa, uma pauta que reproduz o fato, aquilo que as mulheres esperam , desejam e proporcionam a todas nós parlamentares, a oportunidade de fortalecer também o nosso papel no parlamento e também de fortalecer as lutas das mulheres no que depende de políticas públicas por parte do governo federal, por parte da nossa presidenta Dilma. Por tanto, todas estão de parabéns por esta marcha, tão grandiosa, tão expressiva”.

Laisy Morièli, secretária de mulheres no Partido dos Trabalhadores, destaca a participação petista na Marcha das Margaridas. Segundo Laisy, o PT sempre apoiou às causas da mulher brasileira.

“O PT é um partido que sempre apoiou a luta das mulheres do campo e da floresta, o PT está presente aqui desde o início da organização da marcha, nós do Partido dos Trabalhadores, nós mulheres do PT, estamos presentes em todos os estados articulando, e estamos aqui marchando com as mulheres por um Brasil justo, igualitário,  pela igualdade entre homens e mulheres”.

A deputada federal Marina Santanna (PT-GO) destacou que a marcha representa o poder de mobilização da mulher além da elaboração de políticas. “De fato esta é a demonstração do que há de mais importante na elaboração política e na capacidade de mobilização das mulheres, especialmente as mulheres do campo e das florestas, que nos representa absolutamente, porque trata do desenvolvimento sustentável, trata de uma pauta, que é uma pauta do nosso projeto de nação, para nosso projeto de Brasil e demonstra que esta capacidade de mobilização está em todos os estados do país, nós temos uma presidenta do Brasil, e temos aqui no movimento do centro-oeste, no movimento de cada região esta expressão máxima. A mulher pensa, articula, se mobiliza, produz e merece seu lugar e merece ser respeitada”.

(Portal do PT)

terça-feira, 5 de junho de 2012

Prefeitura de Goiânia entrega Terminal Vera Cruz à população


O prefeito Paulo Garcia participa nesta quarta-feira (6/6), às 10 horas, da reinauguração do Terminal Vera Cruz, com área total de 5.922,24 metros quadrados, sendo 865,40 metros quadrados de área construída, entre plataforma e apoio operacional. Devem passar pelo novo terminal em torno de 17,5 mil passageiros por dia.

A Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), o consórcio RMTC e a Prefeitura de Goiânia entregam o novo Terminal Vera Cruz aos passageiros com toda instalação elétrica readequada, com a reforma e recuperação do cercamento existente, com a instalação de 13 câmeras, compondo circuito fechado de televisão, implantação de um módulo comercial, melhoria da iluminação, novo padrão de informação e comunicação visual, novos banheiros masculino, feminino e para portadores de necessidades especiais, pintura da cobertura interna, novo sistema de áudio para orientação dos usuários e 14 vagas na área de estocagem.

Foi construída também uma nova bilheteria na plataforma, um bicicletário com 20 vagas e um novo acesso de usuários ao terminal. Foi criada uma sala de apoio operacional com sanitários masculino e feminino, uma sala administrativa e implantados equipamentos de utilização pública, como ishops e caixas eletrônicos, além de mobiliário adequado na plataforma, como bancos e lixeiras de coleta seletiva.

O Terminal Vera Cruz é o quarto construído ou reformado na capital. Já foram entregues à população os Terminais Bandeiras, Isidória, Parque Oeste e Recanto do Bosque. Nos próximos dias será anunciado o início das obras no Terminal Goiânia Viva. As construções e reformas são feitas pelo Consório RMTC em parceira com a Prefeitura de Goiânia, que é a responsável pelas obras de infraestrutura, tais como pavimentação, urbanização e sinalizações horizontal e vertical, no interior do terminal e vias adjacentes.