terça-feira, 24 de julho de 2012

Prefeitura de Anápolis entrega obra de revitalização do Residencial Raul Balduíno


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura realiza nesta terça-feira, 24, às 19h30, a solenidade de entrega das obras da reforma e revitalização da Praça do Residencial Raul Balduíno, ao lado do Estádio Jonas Duarte. O evento acontece entre as ruas 01 e 04 na Vila Miguel Jorge.

A inauguração integra a programação de aniversário da cidade. A Praça do Residencial Raul Balduíno foi totalmente reformada e revitalizada e recebeu um novo paisagismo. O espaço conta ainda com piso paver ecológico, grama esmeralda e ainda foram instalados bancos, lixeiras, iluminação e meios-fios.

Dentro da programação de 105 anos de Anápolis, a comunidade da Vila Góis recebeu a reforma e ampliação da Praça Rosina Rodrigues. As obras de revitalização da Praça Isidoro Sabino, no Centro, também foram entregues.

Nos últimos três anos, já foram construídas e reformadas em Anápolis mais de 50 praças e dentro do cronograma para este ano, a previsão é entregar ainda mais espaços públicos em setores importantes da cidade. Locais como a Vila Norte, Recanto do Sol, entre outros, terão em 2012 suas primeiras praças.

Fonte: Site do PT
http://migre.me/a1Mat


Prefeitura de Goiânia amplia serviços da Maternidade Dona Iris

Após um mês da inauguração, o Hospital da Mulher e Maternidade Dona Iris (HMMDI) aumentou o número de procedimentos. A Maternidade foi inaugurada no dia 17 de junho contando apenas com um ambulatório apto a realizar serviços que gradativamente serão implementados.

Nesse primeiro mês de funcionamento, o Hospital da Mulher e Maternidade Dona Iris realizou 180 consultas ambulatorias agendadas pelo Teleconsulta. Também foram realizados 81 atendimentos de emergência, 42 exames ecográficos e 01 parto normal. A partir do dia 9 de julho, a Maternidade  começou a realizar exames. Foram emitidos 76 exames e, desse total, 42 exames ecográficos foram realizados.

A infraestrutura para internação e procedimentos cirúrgicos está sendo implementada. A previsão é de que aos poucos a Maternidade vá integralizando todos os tipos de serviço e que até o final do ano já esteja com 103 leitos em funcionamento e com aproximadamente 110 mil consultas médicas por mês. Para o  mês de agosto está previsto um processo seletivo para a contratação de novos profissionais e assim ampliação dos atendimentos.

A previsão para os próximos meses é de que seja ampliado o número de consultórios e que sete novos ambulatórios sejam implantados, dentre eles os ambulatórios de Mastologia, Planejamento familiar, Cirurgia, Climatério e Reprodução humana. Até o momento, o usuário tem se sentido satisfeito com a rapidez nos procedimentos e a humanização do atendimento por parte dos profissionais.

Fonte: Site PT Goiás
http://migre.me/a1Lok



Brasil cria 1 milhão de empregos em 2012

No primeiro semestre, total de vagas formais sobe 2,76%

O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada é 2,76% maior do que em dezembro de 2011.

O saldo entre demissões e admissões tem sido positivo há dez anos (veja gráfico). Em junho de 2012, foram gerados 120.440 postos de trabalho, equivalentes ao crescimento de 0,31% sobre a quantidade de assalariados do mês anterior. Houve expansão do emprego em todos os oito setores de atividade econômica. O total de admissões em junho foi de 1.732.327, o segundo maior para o mês, e o de desligamentos atingiu 1.611.887, o maior para o período.

Nos últimos doze meses, houve um crescimento de 4,08% no nível de emprego, com o acréscimo de 1.527.299 postos de trabalho, e, no período de janeiro de 2011 a junho de 2012, o crescimento foi de 8,54%, representando um aumento de 3.064.257 vagas.

Setores - No primeiro semestre do ano, todos os oito setores de atividade econômica apresentaram expansão, com destaque para Serviços, com 469.699 postos (3,05%). Em seguida, está a Construção Civil, com 205.907 postos (7,13%), que registrou seu terceiro maior saldo na série semestral do Caged e a segunda maior taxa de crescimento entre os setores, para o período.

Já o setor Agrícola, com a criação de 135.440 empregos, obteve a maior taxa de crescimento do período, com 8,69%. O Comércio abriu 56.122 postos (0,66%), e a Indústria de Transformação abriu 134.094 vagas (1,64%).

Regiões - Foi apresentado crescimento em todas as regiões geográficas, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (3,03%); Sul, 203.253 postos (2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (5,40%), o terceiro maior saldo para o período; Norte, 44.565 postos (2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (0,46%).

Salário médio de admissão tem aumento real de 5,9%

Os salários médios de admissão apresentaram um aumento real de 5,90% no primeiro semestre, passando de R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 em 2012. O cálculo leva em conta o Índice Nacional De Preços ao Consumidor (INPC). Os dados do Caged apontam elevação generalizada no País.

Os estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (13,48%), Sergipe (9,92%), Pará (9,18%), Rio Grande do Norte (8,92%), Pernambuco (8,41%), Distrito Federal (8,32%) e Mato Grosso (8,19%). O crescimento real para os homens foi de 5,94%, e, para as mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a relação entre os salários feminino e masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.

Dez anos - O Caged apresenta uma tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.

Fonte: Portal do PT Nacional
http://www.pt.org.br/noticias/view/brasil_cria_1_milhaeo_de_empregos_em_2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Paulo Garcia lidera pesquisas em Goiânia

O primeiro levantamento realizado após o registro oficial de candidaturas ao Paço Municipal, divulgado nesta terça-feira,17, pelo Jornal O Popular, mostrou que o prefeito Paulo Garcia (PT) ampliou a liderança na disputa, com 34,1% dos votos, segundo pesquisa Serpes realizada nos dias 12 a 16 de julho.

O petista cresceu 7,8 pontos porcentuais em relação ao cenário anterior, divulgado em 18 de junho, quando aparecia com 26,3%. Outro importante dado revelado pela pesquisa é que Paulo tem maior preferência entre jovens com idade de 16 a 24 anos (44,7%).

O porcentual da deputada estadual Isaura Lemos (PCdoB) é de 10%, já o candidato único da base do governo estadual, o deputado federal Jovair Arantes (PTB) aparece com 7,7% empatando com o deputado estadual Elias Júnior (PMN), com 7,2%.

Candidato do PSOL, professor Pantaleão tem 1,5%. O vereador Simeyzon Silveira (PSC) aparece com 1,3%. O administrador José Netho, do novato PPL, tem 1,2%, e Rubens Donizzeti, do PSTU, 0,5%.

O deputado e presidente do Diretório Municipal do PT, Luis Cesar Bueno, afirma que a direção do PT está trabalhando em todo Estado para aumentar significativamente o número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em Goiás. “Nossa expectativa é de eleger Paulo Garcia na Capital, Antônio Gomide em Anápolis, Karlos Cabral em Rio Verde entre outros”, conclui o deputado.

Fonte: Com informações do Jornal O Popular
Site Diretório Municipal Goiânia                            

Propostas para Educação são apresentadas no Ciclo de Debates

Na última terça-feira, 10, o Diretório Municipal do PT Goiânia deu continuidade ao Ciclo de Debates para a  elaboração de propostas e diretrizes de políticas públicas para o Programa de Governo do candidato à prefeitura pelo PT, Paulo Garcia. O tema debatido foi Educação e a expositora foi a secretária municipal de Educação de Goiânia, professora Nyede Aparecida dos Santos. 

A secretária iniciou a exposição apresentando os resultados positivos de sua pasta. Para ela os avanços da Educação durante a gestão de Paulo Garcia demonstram o comprometimento do prefeito com a Educação.Neyde apresentou ainda as 13 metas para a área da Educação que deverão compor o Programa de Governo."A Educação será um eixo importante para mostrar no Programa de Governo, pois o prefeito tem realizado muito nessa área e tem o compromisso de fortalecer a rede de ensino", pontuou.

Entre as metas apresentadas estão: universalizar até o final da gestão de Paulo Garcia a educação infantil na pré-escola; garantir a alfabetização plena de todas as crianças até no máximo oito anos; ampliar a oferta de educação em tempo integral com atendimento em escolas pólos; elevar a escolaridade; garantir 15% das matrículas para jovens e adultos ; promover a valorização dos profissionais da educação e assegurar a gestão democrática desde o primeiro ano.

Também participaram do debate profissionais petistas diretores de departamentos, professores, dirigentes e coordenadores de setoriais.O deputado federal Rubens Otoni foi representado pela assessora parlamentar e coordenadora do setorial municipal da pessoa com deficiência do PT de Goiânia, Lyza Milhomem.As contribuições para a ampliação das propostas deverão ser encaminhadas para a Comissão de Elaboração das Diretrizes/Propostas do PT para o Programa de Governo 2012.


Fonte: Portal do deputado Rubens Otoni
http://www.rubensotoni.com.br/noticias/4122/

Entrevista Paulo Garcia: “Vou planejar e moldar uma cidade”

Prefeito e candidato à reeleição fala do que gostou de realizar, dos planos para um novo mandato e de como pensa uma metrópole regional

Fonte: Diário da Manhã
http://migre.me/9WNdG

Prefeito e candidato Paulo Garcia (PT) ao lado do vice Agenor Mariano (PMDB)









O pre­feito de Goi­ânia, Paulo Garcia (PT), vi­sitou o editor-geral do Diário da Manhã, jor­na­lista Ba­tista Cus­tódio, e con­cedeu longa en­tre­vista para um time de jor­na­listas es­ca­lados para re­cebê-lo. Antes da con­versa, Paulo tomou café da manhã e brincou des­con­trai­da­mente sobre temas ge­rais. Disse estar des­can­sado do final de se­mana, apesar da agenda cor­rida já por conta da cam­panha elei­toral.
Paulo es­tava acom­pa­nhado do ve­re­ador Agenor Ma­riano (PMDB), can­di­dato a vice em sua chapa; do pu­bli­ci­tário Re­nato Mon­teiro, seu mar­ke­teiro, e da jor­na­lista Re­nata Vi­eira, as­ses­sora de im­prensa da cam­panha.
Os jor­na­listas Ulisses Aesse, Arthur da Paz, Sa­brina Ri­tiely, Mau­rício Reis, Deivid Souza, Wel­liton Carlos e Hél­miton Pra­teado con­du­ziram as per­guntas, que ver­saram sobre a gestão de Paulo Garcia à frente da pre­fei­tura desde abril de 2010. O pre­feito não se furtou a ne­nhum as­sunto e de­mons­trou pre­paro para de­bater sobre quais­quer temas sobre sua ad­mi­nis­tração e sobre os pro­blemas da ci­dade.
Paulo de Si­queira Garcia é de fa­mília tra­di­ci­onal de Goi­ânia, tem 53 anos, é mé­dico neu­ro­ci­rur­gião for­mado pela Uni­ver­si­dade Fe­deral de Goiás, ca­sado com a também mé­dica anes­te­sista Te­reza Beiler, com quem tem dois fi­lhos. Foi pre­si­dente da Co­o­pe­ra­tiva de Tra­balho Mé­dico Unimed em Goi­ânia. É fi­liado ao Par­tido dos Tra­ba­lha­dores desde me­ados dos anos 1990. Foi su­plente de ve­re­ador em 2000 e eleito de­pu­tado es­ta­dual em 2002. Exerceu o cargo até 2006 e des­pontou por po­lí­ticas de atenção à saúde e par­ti­ci­pação po­pular.
Foi eleito vice-pre­feito na chapa de Iris Re­zende, e com sua saída para can­di­datar-se ao go­verno do Es­tado, Paulo as­sumiu o cargo com o de­safio de dar con­ti­nui­dade a um au­da­cioso pro­grama de obras já pla­ne­jadas.


Ulisses Aesse – Pre­feito, por que ser can­di­dato à re­e­leição?
Paulo Garcia – Sem falsa mo­déstia, mas numa ava­li­ação crí­tica pes­soal, tenho a crença de que re­a­li­zamos muito nesses pouco mais de dois anos à frente da ad­mi­nis­tração mu­ni­cipal. Talvez te­nham sido poucos pre­feitos na his­tória de Goi­ânia nesses 79 anos de nossa ca­pital que te­nham de­sen­ca­deado tantos pro­cessos. Eu pude dar con­ti­nui­dade a inú­meros pro­cessos já ini­ci­ados por meu an­te­cessor em es­pe­cial, mas pude também dar início a novos pro­jetos e pro­gramas que cremos ser fun­da­men­tais para esse pro­cesso de tran­sição que vive nossa ci­dade. Goi­ânia vai com­pletar 80 anos e penso que o fun­da­mental agora é re­to­marmos um pla­ne­ja­mento pro­fundo em todas as áreas. Por co­nhecer essa ci­dade e por saber como pro­jetar so­lu­ções para nossa ca­pital é que me apre­sento como can­di­dato à re­e­leição.


Mau­rício Reis – O Parque Mu­ti­rama foi en­tregue à po­pu­lação de­pois de uma grande obra que teve pro­blemas até com a Jus­tiça. O se­nhor teme que isto seja usado por seus ad­ver­sá­rios?
Paulo Garcia – A pró­pria po­pu­lação é a res­posta a essa questão. Duas obras que eram ini­ci­adas por meu an­te­cessor, mas que eu re­a­lizei nessa gestão: o Mu­ti­rama e o zo­o­ló­gico. É ne­ces­sário frisar que o Mu­ti­rama não foi uma sim­ples obra de res­tau­ração, foi feito um novo parque. Foi com­ple­ta­mente re­feito desde sua parte es­tru­tural. Não havia uma dre­nagem ade­quada, até porque no final da dé­cada de 1960 não existia essa pre­o­cu­pação. O Mu­ti­rama é uma nova obra. Outra grande obra que exe­cu­tamos nessa ad­mi­nis­tração foi o zo­o­ló­gico, que é uma área de pre­ser­vação per­ma­nente que pre­cisou ser re­di­men­si­o­nada com novos con­ceitos e ade­qua­ções. Em frente ao Parque das Rosas fica a Praça Jo­a­quim Xa­vier Cu­rado, que era um pro­blema crô­nico de pes­soas em risco so­cial, dro­gados e aban­do­nados que a mai­oria das pes­soas evi­tava. Hoje é um es­paço de con­vi­vência de fa­mí­lias. Sei que a pró­pria po­pu­lação dará a res­posta para ques­ti­o­na­mentos que por­ven­tura possam ser feitos. O zo­o­ló­gico chegou a re­ceber 17 mil pes­soas em um único final de se­mana. O Mu­ti­rama é o maior parque pú­blico da Amé­rica La­tina e pouca gente sabe disso. Se pe­garmos os par­ques par­ti­cu­lares, ele está em ter­ceiro lugar. Um parque dessa mag­ni­tude é re­a­berto aos poucos, de forma gra­dual. Tudo está sendo adap­tado à uti­li­zação em massa pela po­pu­lação.


Ulisses Aesse – O se­nhor acha que há pes­soas da opo­sição jo­gando contra essas grandes obras?
Paulo Garcia – Isto eu nem pre­ciso dizer, vocês mesmo da im­prensa dizem sempre. Mas eu penso que essa é uma cam­panha para se dis­cutir a ci­dade de Goi­ânia e o fu­turo que nossa ci­dade deve ser in­se­rida. Eu tenho por certo que in­seri Goi­ânia em um con­texto mun­dial. No final do ano pas­sado, um or­ga­nismo mun­dial propôs aos pre­tensos can­di­datos a pre­feito no Brasil que par­ti­ci­pavam de um pro­grama de sus­ten­ta­bi­li­dade que as­si­nassem um com­pro­misso de de­sen­volver esses con­ceitos em suas ci­dades. Eu as­sinei esse pro­jeto, era um do­cu­mento prévio, porque nós não po­díamos nos afirmar ofi­ci­al­mente como can­di­datos. As­sinei o con­vênio com o pro­grama da pla­ta­forma de ci­dade sus­ten­tável do BID (Banco In­te­ra­me­ri­cano de De­sen­vol­vi­mento). Mas, para mim, está claro que existem pes­soas na opo­sição que se uti­lizam de re­cursos con­de­ná­veis como esse para de­ses­ta­bi­lizar uma gestão de be­ne­fí­cios para uma ci­dade.


Sa­brina Ri­tiely – O se­nhor disse que fará de Goi­ânia uma ci­dade sus­ten­tável. Que tipo de me­didas con­cretas o se­nhor propõe para que isto se torne re­a­li­dade?
Paulo Garcia – Penso que Goi­ânia pre­cisa con­ti­nuar cres­cendo e se de­sen­vol­vendo, isto faz parte da his­tória na­tural, como sou mé­dico, gosto muito de usar o exemplo de quando es­tu­damos e ava­li­amos um pa­ci­ente, você faz uma ava­li­ação pen­sando na cha­mada his­tória na­tural da do­ença. A his­tória na­tural de Goi­ânia é con­ti­nuar cres­cendo e con­ti­nuar a se de­sen­volver, é uma ca­pital jovem, que vai com­pletar 80 anos, mas que se torna ma­dura. O es­paço ur­bano é uma alma viva, di­nâ­mica, então nós pre­ci­samos per­mitir que ela cresça e se de­sen­volva. Mas não que­remos que Goi­ânia se torne uma São Paulo, pre­ci­samos pla­nejá-la para que em todas as ver­tentes de nosso de­sen­vol­vi­mento nós im­plan­temos ações, pro­jetos e pro­gramas de sus­ten­ta­bi­li­dade. Penso que os elei­tores estão sa­tu­rados de pro­postas que mer­can­ti­lizam o pro­cesso elei­toral, pro­posta que não tem fun­da­mento ne­nhum do ponto de vista de pla­ne­ja­mento. O que é um pro­jeto de Goi­ânia ci­dade sus­ten­tável? É um pro­jeto que per­mita a con­ti­nui­dade do seu de­sen­vol­vi­mento, do seu cres­ci­mento, sem agressão am­bi­ental e mais do que isto, ge­rando opor­tu­ni­dades idên­ticas para todas e todos, porque não há de se falar em de­sen­vol­vi­mento sus­ten­tável se isto não de­sen­ca­dear opor­tu­ni­dades para todos e todas que aqui vivem, tra­ba­lham, que criam suas fa­mí­lias, para que cada um al­cance seu so­nhos, seus de­sejos, que são in­di­vi­duais e di­fe­rentes. Re­cen­te­mente, eu li um ar­tigo do go­ver­nador do Es­tado di­zendo re­co­nhecer que o de­sen­vol­vi­mento de Goi­ânia em áreas fun­da­men­tais como meio am­bi­ente é mo­delo para todo mundo e que isto, nas pa­la­vras do go­ver­nador, é mé­rito do atual gestor mu­ni­cipal.


Hél­miton Pra­teado - Pre­feito, o se­nhor tocou obras que ti­nham sido pla­ne­jadas pelo seu an­te­cessor. Qual o se­nhor res­salta como sendo obra in­tei­ra­mente da sua gestão, o se­nhor pla­nejou e está exe­cu­tando?
Paulo Garcia – Um exemplo bem re­cente e sig­ni­fi­ca­tivo é o cor­redor uni­ver­si­tário, que pro­vocou in­ter­fe­rên­cias e me­lho­rias subs­tan­ciais no trân­sito, no trans­porte e em todos os mo­dais de mo­bi­li­dade ur­bana, são mu­danças que foram pro­je­tadas e re­a­li­zadas por mim. O cor­redor uni­ver­si­tário é uma de­mons­tração clara do que a gente de­seja para toda ci­dade, tanto é que no dia da sua inau­gu­ração já anun­ci­amos que es­ta­ríamos exe­cu­tando um dos mo­dais que ele tem, que é a ci­clovia, através de um con­vênio com a UFG para fazer todo o plano ci­clo­viário da ci­dade de Goi­ânia. Já ini­ci­amos uma obra unindo o Campus II com o Setor Uni­ver­si­tário. Anun­ciei também que da­ríamos con­ti­nui­dade com o cor­redor le­vando até o Ter­minal Ban­deiras, li­gando-o à Praça da Bí­blia. Aquele cor­redor do ponto de vista ar­qui­tetô­nico ur­ba­nís­tico re­qua­li­ficou um es­paço ur­bano cen­tral. Cri­amos a pri­meira ci­clovia per­ma­nente, pa­dro­ni­zamos os qui­os­ques, onde os per­mis­si­o­ná­rios co­mer­ci­a­lizam nor­mal­mente ali­mentos de con­sumo rá­pido dentro de pa­drões de de­sen­vol­vi­mento que nós con­si­de­ramos ade­quados pelo tempo que vi­vemos, com cri­té­rios rí­gidos de vi­gi­lância sa­ni­tária, a pró­pria caixa as­fál­tica foi pa­dro­ni­zada e di­vi­dida, dando pre­fe­rência a quem pre­cisa usar o trans­porte co­le­tivo, que é o trans­porte de massa.
Outra obra fun­da­mental que ini­ci­amos em nossa gestão é o Com­plexo Ma­cam­bira/Ani­cuns. Esse pro­jeto co­meçou a ser ges­tado no início dos anos 2000, mas coube a mim em fe­ve­reiro deste ano, de­pois de per­correr todos os obs­tá­culos bu­ro­crá­ticos, as­sinar os con­tratos e dar ordem de ser­viço do Ma­cam­bira/Ani­cuns. São 11 tre­chos e duas uni­dades de pre­ser­vação per­ma­nente. A pri­meira uni­dade de pre­ser­vação per­ma­nente, que é o Parque Ma­cam­bira, já está toda cir­cun­dada de obras em sua ex­tensão. Lá vai haver uma praça, cha­mada Praça das Es­cul­turas, que nós vamos ofe­recer aos nossos ar­tistas plás­ticos na área de qual­quer ma­ni­fes­tação cul­tural, tem áreas de prá­tica de es­portes e ou­tras. São 11 tre­chos do Ma­cam­bira/Ani­cuns que devem ser exe­cu­tados em 5 anos. A his­tória de Goi­ânia será antes e de­pois do Ma­cam­bira/Ani­cuns, porque ela não é uma obra sim­ples­mente de pre­ser­vação am­bi­ental, é uma obra de re­qua­li­fi­cação ur­bana.


Deivid Souza - O se­nhor falou sobre trans­porte pú­blico pen­sando dentro da re­a­li­dade fi­nan­ceira de Goi­ânia. Como é que vamos pensar um pro­jeto amplo de trans­porte co­le­tivo para Goi­ânia?
Paulo Garcia – Uma coisa que já es­tamos fa­zendo. Já es­tamos na fase final de con­fecção do edital de li­ci­tação, uma li­ci­tação in­ter­na­ci­onal como foi o do Ma­cam­bira/Anicus. Será o Eixo Norte/Sul de BRT, sigla em in­glês para Bus Rapid Trafic, ou sim­ples­mente ser­viço de ônibus rá­pido. Ele vai cortar a ci­dade de Norte a Sul e, nesta fase ini­cial, são mais de 30 quilô­me­tros de exe­cução de obra que vai criar um cor­redor ex­clu­sivo. Isto será um avanço sig­ni­fi­ca­tivo no trans­porte de massa. Co­meça lá na es­quina da Ave­nida São João com a Ave­nida Rio Verde, onde está o ter­minal Cru­zeiro do Sul e a di­visa de Goi­ânia com Apa­re­cida de Goi­ânia, desce pela Quarta Ra­dial, passa pelo Ter­minal Isi­dória, vai pela Rua 90, Ave­nida 84, Praça Cí­vica, Ave­nida Goiás e segue por esse eixo até o Re­canto do Bosque. Essa é uma obra fan­tás­tica. Do ponto de vista de ex­tensão é a maior já re­a­li­zada em Goi­ânia.


Mau­rício Reis – O fa­vo­ri­tismo nas pes­quisas não atra­palha a cam­panha?
Paulo Garcia – Se fa­vo­ri­tismo é estar em pri­meiro lugar no mo­mento con­jun­tural, devo ad­mitir que isto é ver­dade. En­tre­tanto, um re­corte do mo­mento não irá nos fazer es­mo­recer, di­mi­nuir o ânimo e perder o foco de levar uma pro­posta séria e fac­tível para a so­ci­e­dade de Goi­ânia.


Hél­miton Pra­teado – Pre­feito, como mé­dico, como foi inau­gurar uma obra como a Ma­ter­ni­dade Dona Iris?
Paulo Garcia – É pre­ciso que se diga que não é so­mente ma­ter­ni­dade, é Hos­pital da Mu­lher. Essa di­fe­ren­ci­ação é ne­ces­sária para que se diga que lá se cuida da mu­lher de forma global, não apenas na questão da obs­te­trícia, que é a ges­tação e parto. Tem um de­par­ta­mento, por exemplo, que cuida de mu­lheres que foram ví­timas de agres­sões de qual­quer ordem, fí­sica e psi­co­ló­gica. Para mim é mo­tivo de grande ale­gria. Aquela é uma obra que eu exe­cutei de forma global. Quando eu as­sumi a pre­fei­tura, lá não havia se­quer um ti­jolo co­lo­cado, só tinha terra. Tudo foi cons­truído in­tei­ra­mente com re­cursos do mu­ni­cípio. De­pois o go­verno da pre­si­denta Dilma dis­po­ni­bi­lizou equi­pa­mentos para aquela uni­dade. Gosto de lem­brar também que, sem de­mé­rito de qual­quer uni­dade pú­blica ou pri­vada, não há uma se­quer que se equi­pare ao tra­ta­mento da Ma­ter­ni­dade e Hos­pital da Mu­lher Dona Iris. Tenho 30 anos de for­mado em Me­di­cina, posso dizer com ca­te­goria que não existe uma uni­dade hos­pi­talar como essa em Goi­ânia. Minha mu­lher, no início de sua car­reira como anes­te­sista, atendia lá e ficou emo­ci­o­nada com o que viu agora lá.


Ulisses Aesse – Pre­feito, o que o se­nhor pensa para de­sen­vol­vi­mento econô­mico de Goi­ânia?
Paulo Garcia – Há pro­postas de de­sen­vol­vi­mento não po­lu­ente que po­demos im­ple­mentar, que sejam ca­deias pro­du­tivas, que sejam ple­na­mente sus­ten­tá­veis. Por exemplo, uma delas pode ser tec­no­ló­gica. Ela é con­si­de­rada em toda a sua ex­tensão uma ca­deia pro­du­tiva limpa, não po­lu­ente e não agres­sora. A ca­deia pro­du­tiva de TI (Tec­no­logia da In­for­mação) é ampla, vai da pro­dução de software até a pro­dução de al­go­ritmos que serão uti­li­zados em todo o sis­tema de in­for­má­tica e em inú­meras áreas de co­nhe­ci­mento. Temos um pro­jeto muito au­da­cioso e ple­na­mente exequível para isto que vamos apre­sentar em breve no nosso pro­grama de go­verno. Pre­ci­samos criar todo o ar­ca­bouço ne­ces­sário para que uma ca­deia pro­du­tiva como essa se de­sen­volva em Goi­ânia, até pelo de­sen­vol­vi­mento edu­ca­ci­onal que ela de­manda, é uma ca­deia pro­du­tiva limpa e sus­ten­tável.


Mau­rício Reis – O que o se­nhor fala no que­sito edu­cação?
Paulo Garcia – Sobre isto também fi­camos à von­tade, pois está sob nossa res­pon­sa­bi­li­dade o en­sino fun­da­mental. Da pri­meira à nona sé­ries não há di­fi­cul­dade para se en­con­trar vagas em Goi­ânia. No en­sino in­fantil, que é seis meses a cinco anos de idade, as an­tigas cre­ches, temos de­manda. O MEC es­ta­be­leceu que as ca­pi­tais bra­si­leiras apre­sentem so­lução para isto até 2016. Em Goi­ânia fir­mamos o com­pro­misso de re­solver isto até o final de 2012. Acre­dito que in­vestir em edu­cação é de­fi­ni­ti­va­mente a única forma de uma so­ci­e­dade afirmar que tem uma de­mo­cracia con­so­li­dada. Pen­samos que uni­dade es­colar pre­cisa ser pen­sada e exe­cu­tada de forma ampla, o que nos levou a cons­truir em todas as uni­dades uma quadra po­li­es­por­tiva, que serve para a prá­tica de es­portes e para con­vi­vência da co­mu­ni­dade. Todas as uni­dades que es­tamos cons­truindo já têm sua quadra es­por­tiva, e onde não havia, es­tamos cons­truindo à parte. Vou falar de uma coisa que em 78 anos de Goi­ânia nunca foi feito: eu en­tre­guei para cada aluno da rede mu­ni­cipal de en­sino um kit de uni­forme com­posto de short, calça, duas ca­mi­setas e uma blusa de frio. Se você mul­ti­plicar isto por mais de 100 mil alunos que temos, vocês verão o tra­balho de jus­tiça so­cial que foi feito. Hoje é fato real que muitos pais estão mi­grando seus fi­lhos da rede pri­vada para a rede pú­blica de en­sino.


Hél­miton Pra­teado – Se­gu­rança pú­blica é um grande pro­blema em Goi­ânia. A Guarda Mu­ni­cipal terá mais atri­bui­ções para ga­rantir se­gu­rança?
Paulo Garcia – Pri­meiro é pre­ciso que se diga que se­gu­rança é dever da União e dos Es­tados. Mas não sou da­queles que ima­ginam que o mu­ni­cípio não deva dar sua con­tri­buição. Nós temos dado nossa efe­tiva par­ti­ci­pação nesse que­sito. Cri­amos a Se­cre­taria de De­fesa So­cial. A Guarda Mu­ni­cipal está pas­sando por mo­di­fi­ca­ções subs­tan­ciais com ob­je­tivo de se tornar um exemplo de po­lícia co­mu­ni­tária, não ne­ces­sa­ri­a­mente de atu­ação os­ten­siva.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_ano de 2010

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2010

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Aparecida de Goiânia: R$ 191.552.546,78

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Aparecida de Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Anápolis_ano de 2010

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios. 
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2010

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Anápolis: R$ 178.165.548,81

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, no ano de 2010, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Goiânia_ano de 2010

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS                       Exercício: 2010

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78
Total destinado a Goiânia: R$ 791.480.828,27

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2010, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para o estado de Goiás_Ano de 2010

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS                            Exercício: 2010

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 6.141.495.489,87
Total destinado ao Governo: R$ 2.097.710.565,09
Total destinado aos municípios: R$ 4.043.784.924,78

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiás, no ano de 2010, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Goiânia_Ano de 2008

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS           Exercício: 2008

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Total destinado ao município de Goiânia: R$ 661.635.267,11
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, no ano de 2008, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_Ano de 2008

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2008

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Total destinado ao município de Aparecida de Goiânia: R$ 182.696.121,92
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, no ano de 2008, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Anápolis_Ano 2008

]O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS                Exercício: 2008

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Total destinado ao município de Anápolis: R$ 167.680.056,68
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, no ano de 2008, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Goiás_Ano 2008

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2008

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 5.606.581.983,45
Total destinado ao Governo: R$ 2.121.302.920,90
Total destinado aos municípios: R$ 3.485.279.062,55
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiás, no ano de 2008, acesse aqui.

Transferência de recursos para Anápolis_ano 2007

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS             Exercício: 2007

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 4.487.784.648,00
Total destinado ao Governo: R$ 1.590.469.544,13
Total destinado aos municípios: R$ 2.897.315.103,87
Total destinado ao município de Anápolis: R$ 126.428.923,15
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2007 para Anápolis, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência

Transferência de recursos para Goiânia_Ano 2007

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2007

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 4.487.784.648,00
Total destinado ao Governo: R$ 1.590.469.544,13
Total destinado aos municípios: R$ 2.897.315.103,87
Total destinado a Goiânia: R$ 646.761.750,46
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2007 para Goiânia, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Henrique Fontana reforça necessidade da aprovação do financiamento público de campanha

O relator da proposta de reforma política na Câmara, deputado Henrique Fontana, em entrevista à TVPT reforçou o conteúdo do seu relatório no que diz respeito à determinação do financiamento público exclusivo de campanha e ao fortalecimento dos projetos políticos ao invés da personalização das eleições.


Fonte: Site TVPT / www.pt.org.br

Secretário Nacional da Juventude do PT dá um recado para as eleições 2012

O Secretário Nacional de Juventude do PT destaca a importância da união da militância jovem petista também nas redes sociais, "através da nova forma de fazer política para fortalecer o nosso projeto, o projeto do PT, o projeto da juventude"

2012 é 13, vamos compartilhar essa ideia.

Fonte: TVPT / www.pt.org.br


Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_ano 2007

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2007

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 4.487.784.648,00
Total destinado ao Governo: R$ 1.590.469.544,13
Total destinado aos municípios: R$ 2.897.315.103,87
Total destinado ao município de Aparecida de Goiânia: R$ 133.833.356,78
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2007 para Aparecida de Goiânia, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Goiás_Ano 2007

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2007

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 4.487.784.648,00
Total destinado ao Governo: R$ 1.590.469.544,13
Total destinado aos municípios: R$ 2.897.315.103,87

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2007 para o estado de Goiás, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_Ano 2006

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2006

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 3.829.469.631,45
Total destinado ao Governo: R$ 1.449.937.530,02
Total destinado aos municípios: R$ 2.379.532.101,43
Total destinado a Aparecida de Goiânia: R$ 108.964.643,96

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2006 para Aparecida de Goiânia, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Anápolis_Ano 2006

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios. Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2006

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 3.829.469.631,45
Total destinado ao Governo: R$ 1.449.937.530,02
Total destinado aos municípios: R$ 2.379.532.101,43
Total destinado a Anápolis: R$ 94.298.685,91

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2006 para Anápolis, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Goiânia_ano 2006

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios. Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.

Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2006

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 3.829.469.631,45
Total destinado ao Governo: R$ 1.449.937.530,02
Total destinado aos municípios: R$ 2.379.532.101,43
Total destinado a Goiania: R$ 467.547.906,66                                 

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2006 para Goiânia, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Goiás_Ano 2006

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.

Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS              Exercício: 2006

Total destinado ao Estado de Goiás: R$ 3.829.469.631,45
Total destinado ao Governo: R$ 1.449.937.530,02
Total destinado aos municípios: R$ 2.379.532.101,43                                 
                            
Para saber mais sobre o investimento dos recursos em 2006 no Estado de Goiás, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

terça-feira, 10 de julho de 2012

Transferência de recursos para Goiânia_ano 2009

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.

Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS Exercício: 2009

Total destinado ao Estado de Goiás :          R$ 5.723.837.495,62
Total destinado aos municípios:                  R$ 3.626.325.129,66
Total destinado a Goiânia:                           R$    721.821.799,37    

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Goiânia, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Aparecida de Goiânia_ano 2009

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.

Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.

Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS   Exercício: 2009

Total destinado ao Estado de Goiás :           R$  5.723.837.495,62
Total destinado aos municípios:                   R$  3.626.325.129,66
Total destinado a Aparecida de Goiânia:      R$     175.959.251,74

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, acesse aqui.

Transferência de recursos para Anápolis_GO em 2009

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.

Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

Transferência de Recursos:

UF: GOIÁS   Exercício: 2009

Total destinado ao Estado de Goiás :           R$  5.723.837.495,62

Total destinado ao município ANAPOLIS: R$  168.598.559,56

Para saber mais sobre o investimento dos recursos em Anápolis, acesse aqui.

Fonte: Portal da Transparência - Governo Federal

Transferência de recursos para Goiás - Ano 2009

O desenvolvimento e o fortalecimento do país passam pela importância estratégica dos municípios.
Nesse sentido , a metodologia do Governo Federal está apoiada na melhoria de vida da população, justiça e inclusão social, independentemente da figura do prefeito ou do partido a qual ele pertença.
Por isso, a transferência de recursos aos Estados e Municípios é regida via projetos, ou seja, se tiver condições de executar, se melhorar a vida da população, é o que interessa.

TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS POR ESTADO
UF: GOIÁS   EXERCÍCIO: 2009

Total destinado ao Estado:                             R$  5.723.837.495,62
Total destinado ao Governo do Estado:         R$  2.097.512.365,96
Total destinado aos municípios do Estado:    R$  3.626.325.129,66

Fonte: Portal da Transparência

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Estados afetados por fim da guerra dos portos poderão receber até R$ 7,5 bilhões do BNDES


Os estados afetados pelo fim da chamada "guerra dos portos", terão direito a crédito de até R$ 7,5 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar obras de infraestrutura e investimento produtivo. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a criação da linha de crédito, que vigorará até 2016.

De acordo com o assessor econômico do Tesouro Nacional, Mathias Lenz, a medida tem como objetivo ajudar os estados que perderem receita com a unificação, em 4%, da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) interestadual cobrado sobre mercadorias importadas. O fim da guerra dos portos foi aprovado pelo Senado no fim de abril, e a linha de crédito faz parte do acordo para compensar os estados atingidos: Santa Catarina, Espírito Santo e Goiás.

As condições do financiamento, como juros, carência e prazo de pagamento, serão regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional. Para terem direito ao crédito, no entanto, os estados terão de apresentar estudos ao BNDES sobre como pretendem aplicar os recursos.

O ICMS interestadual é cobrado quando uma mercadoria é transportada de um estado para outro. Anteriormente, a alíquota era de 7% ou 12% dependendo do estado por onde a mercadoria entrou no País. Alguns estados ofereciam desconto no imposto ou financiavam o tributo pago para estimular a movimentação de bens nos portos e aeroportos locais, pratica que foi coibida com a unificação da alíquota em 4%.


Fonte: Site Portal Brasil 
25/05/2012

Plano Safra 2012-2013 investe meio bilhão de reais em serviços de Ater


Os agricultores familiares terão um reforço de mais de meio bilhão de reais na assistência técnica e extensão rural (Ater) para a safra deste ano. Os recursos, garantidos pelo Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/ 2013, visam beneficiar 480 mil famílias do campo, sendo 170 mil de forma diferenciada – entre eles, jovens, mulheres e povos e comunidades tradicionais. 

Além de contribuir para a organização dos agricultores e garantir maior produtividade e renda para as famílias no campo, todos os novos contratos de Ater prezarão pela preservação do meio ambiente, por meio do manejo sustentável do solo, da água e dos insumos, além do uso reduzido de agrotóxicos. 

“A Ater, junto com o crédito, é a grande responsável pelo aumento da produtividade no campo”, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, durante o lançamento do novo Plano Safra, na semana passada, em Brasília. 

O diretor do Departamento Técnico de Ater, Argileu Martins da Silva, destaca a importância desse investimento. “Primeiro, ele vai permitir que os agricultores e agricultoras que receberem os serviços de Ater tenham um aumento de produtividade e, consequentemente, da renda. Em segundo lugar, os agricultores serão informados e organizados para acessar as políticas públicas do governo federal. Em terceiro, uma orientação para que as famílias utilizem bem os recursos naturais.” 

Argileu ressaltou que os jovens são um ponto forte dos serviços de assistência técnica e extensão rural do novo Plano Safra. “É importante frisar que, no conjunto de investimentos em Ater deste ano, há um destaque especial para os jovens. Junto com as organizações dos agricultores, nós atenderemos dez mil jovens de forma específica, de forma que eles construam o projeto de vida deles no meio rural, com acesso a crédito e estabelecendo uma viabilidade econômica e financeira no campo, em consonância com os demais membros da família.” Segundo o diretor, a chamada atenderá  a jovens de diversas partes do Brasil. 


Balanço de Ater 
“Acreditamos que, trabalhando melhor a questão da Ater, os jovens vão permanecer dentro da comunidade e, acima de tudo, vão fortalecer a questão territorial dentro dos povos.” A fala é de um agricultor familiar de uma etnia indígena, que, até este ano, não tinha serviços de assistência técnica prestados em sua propriedade. Junto com os 6,8 mil companheiros Pankarás, Ary Pereira Bastos, de 34 anos, está entre os maiores produtores de caju, pinha, banana, goiaba e manga de etnias indígenas. Ary Pankará, como é conhecido, pertence a uma comunidade do sertão de Pernambuco, no município de Carnaubeira da Penha. A ater está em fase de implantação e o produtor acredita que até o final do ano a comunidade poderá contar com esses serviços. 

Também em Pernambuco, uma outra comunidade indígena (Xukuru de Ororubá), no município de Pesqueira, incentivou a formação de um extensionista, responsável por aplicar as técnicas de Ater. Iran Neves Ordonio saiu de sua comunidade em 1993 para estudar e, em 2006, retornou para ajudar os agricultores da região. “Todas as ações implantadas no território da aldeia visam ao fortalecimento da agricultura Xukuru”, ressalta Iran Xukuru, como é chamado. Por lá, os agricultores plantam hortaliças, frutas, milho, feijão e mandioca. 

Em Irecê, na Bahia, Renilson Rodrigues Torres, 36 anos, hoje cria galinhas. A Ater, que ele recebe por meio do Plano Brasil Sem Miséria (PBSM), o ajudou a implementar o galinheiro. "O MDA vindo aqui, dando uma dica, falando pra gente como é, vai aumentando a esperança de que tudo vai melhorar. É o que a gente espera que vá acontecer, melhorar a nossa vida." 

Essas e tantas outras histórias mostram a importância da assistência técnica na produção agrícola. Ary, Iran e Renilson estão entre as mais de 223 mil famílias atendidas só no primeiro semestre pela assistência técnica e extensão rural na agricultura familiar. A Ater tem como foco melhorar a renda e a qualidade de vida das famílias rurais, por meio do aperfeiçoamento dos sistemas de produção, de mecanismo de acesso a recursos, serviços e renda, de forma sustentável. 

“O MDA tem ampliado a sua atuação junto a esses públicos, levando um maior número de políticas públicas a esses povos”, comemora o assessor especial para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira. “Uma medida aplicada a agricultores e assentados de modo geral não pode ser, necessariamente, aplicada aos povos indígenas. É preciso que o serviço de Ater dialogue com sua realidade, sua especificidade”, completa. 

Atualmente, são 191 contratos de Ater em execução, em todo o Brasil, que beneficiam as famílias rurais. Três chamadas públicas para prestação de serviços de Ater foram publicadas ainda no primeiro semestre deste ano, favorecendo agricultores familiares em atividades produtivas sustentáveis, famílias em situação de extrema pobreza e jovens rurais. Juntas, as chamadas públicas beneficiam mais de cem mil agricultores do campo. 

Os tipos de serviço de Ater são variados. De acordo com a lei 12.188, de 2010, que institui a Política Nacional de Ater (Pnater), esses serviços podem ser prestados individual e coletivamente – eles incluem o planejamento, monitoramento e avaliação da situação do agricultor. 

Para o segundo semestre, estão previstas mais cinco chamadas públicas de Ater, dentro do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013. Dentre os beneficiados com essas chamadas, estão famílias em situação de extrema pobreza no Norte e Centro-Oeste e famílias em sistema de produção agroecológico. 

I Cnater 
Em abril deste ano, Brasília sediou a 1ª Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Cnater). Foram quatro dias de evento, que reuniu cerca de 700 delegados representando diferentes movimentos sociais, trabalhadores rurais, agricultores familiares, quilombolas, indígenas e mulheres do campo, entre outros grupos. 

“Foi uma conferência positiva, que produziu um documento final que passa a ser um norte estratégico para quem quer uma ater para a agricultura familiar, a reforma agrária e as comunidades tradicionais, de modo a promover o desenvolvimento rural do nosso Brasil, incluindo social e produtivamente aqueles que querem produzir alimentos saudáveis para o povo brasileiro”, disse, na ocasião, o ministro Pepe Vargas. 

O encontro rendeu a leitura e a aprovação de uma declaração política, que lista 17 desafios a serem superados pela Ater. Entre eles está a necessidade de ampliar a oferta dos serviços de assistência técnica especializada, a construção de um sistema nacional de Ater integrada e a garantia de recursos financeiros e orçamentários para a universalização dos serviços. 


Fonte: Site MDA
09/07/2012

Convênio Incra/Funasa levará água a 45 assentamentos em GO


Mais de 1,8 mil famílias de 45 assentamentos goianos que aguardavam a chegada de água potável às suas casas já podem comemorar. Convênio firmado entre a Superintendência Regional do Incra em Goiás e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) vai possibilitar a perfuração de cerca de 220 poços artesianos e a construção da rede de distribuição de água nos assentamentos. A previsão é de que sejam investidos R$ 5,9 milhões nas obras.

O Termo de Cooperação Técnica foi assinado na manhã desta quinta-feira (25), na sede da Funasa, em Brasília. As perfurações deverão ser iniciadas na segunda quinzena de agosto deste ano. A cada poço aberto pela Funasa, o Incra inicia as obras de distribuição de água potável a todas as casas dos assentamentos beneficiados. A previsão é que em um ano todos os poços estejam perfurados e os assentados estejam recebendo água em casa.

De acordo com o superintendente do Incra em Goiás, Rogério Arantes, o acesso à água é uma das grandes reivindicações dos assentados. “Quando a água chega às casas dos assentados é uma alegria total, pois acaba o sofrimento de buscar água a vários quilômetros de distância e trazê-la em lombo de animais. Isso, sem falar que a qualidade de produto fornecido é muito boa”, assegura Arantes.

Segundo o presidente da Funasa, Francisco Danilo Forte, o convênio com o Incra potencializa a aplicação dos recursos. “Ao trabalharmos em conjunto há uma dinamização e potencialização dos resultados dos investimentos nos assentamentos. É uma parceria que dá certo e demonstra qualidade nos serviços”, ressalta Forte, ao acrescentar que acredita ser possível estender a experiência para outros estados.

Para o coordenador regional da Funasa em Goiás, Ruy Gomide Barreto, a parceria entre Incra e Funasa é ideal. “É ideal porque otimizamos os investimentos nas nossas atribuições de levar água aos assentamentos. A atribuição de levar água de qualidade é dos dois órgãos. Com a parceria, dividimos a conta. Incra faz uma parte e Funasa faz a outra”, diz.

Etapas

O edital para licitação da primeira etapa de obras está pronto e será publicado no início de julho. Nesta fase inicial, Incra e Funasa investirão cerca de R$ 3 milhões. Desse total, R$ 1,4 milhão será aplicado pela Funasa na perfuração de 40 poços, em pelo menos 20 assentamentos. O restante dos recursos, de responsabilidade do Incra, será direcionado à construção da rede de distribuição de água.

O convênio entre Incra e Funasa será ampliado em 2010 a fim de atender toda a demanda de abastecimento de água dos 45 assentamentos.

Esta é a segunda parceria realizada entre a Funasa e a autarquia. No ano passado, um convênio de cerca de R$ 1,1 milhão com a Superintendência Regional do Incra no Distrito Federal e Entorno beneficiou 930 famílias assentadas em dez assentamentos.


Fonte: Site MDA
26/06/2009

GO: assentamento recebe luz elétrica



O superintendente do Incra em Goiás, Rogério Arantes, participou da inauguração do sistema de eletrificação rural do assentamento Vale do Araguaia, localizado no município goiano de Baliza. Com a obra, as 85 famílias do assentamento passaram a contar com 48,9 quilômetros de rede elétrica e 85 transformadores.

Realizada por meio do Programa Luz para Todos, do Governo Federal, a obra contou com a parceria da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Companhia Energética de Goiás (Celg). Este ano, o Luz para Todos já levou luz elétrica para 104 assentamentos em todo o estado de Goiás. As obras atingiram mais de sete mil domicílios.


Fonte: Site MDA
21/07/2009

Mais Alimentos estrutura produção de leite em GO e MG



“O dinheiro chegou na hora certa”. É o que conta Ademar Ferreira de Freitas, 46, morador do assentamento Poções, no município de Rialma (GO), referindo-se aos recursos do Mais Alimentos, programa que financia a estrutura produtiva de unidades familiares criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Ademar é um dos produtores do assentamento localizado no município de Rialma (GO) que acessou os recursos do Programa. Com os R$ 24,5 mil que financiou em novembro de 2008, comprou dez matrizes leiteiras da raça girolanda. O resultado do investimento se traduziu no aumento da produção de 90 para 240 litros de leite/dia.

O mesmo ocorreu no lote de José Pedro Vicente Filho, 48, onde a produção de leite cresceu de 80 para 130 litros/dia após a aquisição de seis vacas girolanda com recursos do Mais Alimentos. Vicente Filho também utilizou parte dos R$ 28 mil financiados no final do ano passado para construir um barracão com curral para tirar leite. Para ele, o Mais Alimentos é estimulante porque aumenta a renda do produtor. 

“A produção melhorou porque o rebanho melhorou”, explica o engenheiro agrônomo Jales Alves Barreto, da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro) em Rialma. Responsável pela assistência técnica do assentamento Poções, por meio de convênio com o Serviço de Assistência Técnica, Social e Ambiental (Ates), do Incra, Barreto lembra que os recursos do Mais Alimentos proporcionaram outras melhorias na infraestrutura produtiva. Os produtores também destinaram recursos do Programa para melhoria de pastagem, inseminação artificial e construção de barracões para ordenha e currais.

Capacitação e organização

Antes do lançamento do Mais Alimentos, a representação da Seagro em Rialma e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) realizaram um curso sobre gestão da propriedade rural na área de bovinocultura de leite para os assentados do Poções. Durante o curso, que durou seis meses, eles aprenderam a manejar o gado, formar pastagem, controlar mastite e sobre a qualidade do leite. “Com o Mais Alimentos, eles tiveram a oportunidade de aplicar o que aprenderam”, explica Barreto.

Os produtores também investiram em organização. Há seis anos, 24 famílias do assentamento formaram a Cooperativa de Agricultores Familiares do Assentamento Poções (Coopafar). Vicente Filho diz que Coopafar consegue vender o leite para uma empresa de laticínios a R$ 0,60 o litro, valor 30% maior do que o obtido pelos produtores que vendem individualmente. Por mês, os cooperados entregam até 45 mil litros de leite. A Coopafar também possibilita a compra de insumos, como adubo, soja e milho para ração, com descontos de até 12%. A Cooperativa mantém uma fábrica de ração e um viveiro de mudas de plantas típicas do Cerrado. Segundo Vicente Filho, a pequena fábrica ajuda a diminuir os custos com o rebanho, e o viveiro é uma fonte de renda alternativa para os cooperados.

Atividades fortalecidas

O impulso à estruturação produtiva da cadeia do leite nas unidades familiares proporcionado pelo Mais Alimentos também chegou à fazenda Sonho Meu, em Itambacuri (MG), onde o produtor Pedro Lopes da Silva, 70, utilizou parte dos R$ 28 mil que acessou por meio do Mais Alimentos para incorporar cinco vacas de leite ao plantel hoje formado por 30 animais. O restante foi destinado a um tanque de resfriamento com capacidade para mil litros, instalado em um galpão construído próximo ao curral.

Com o tanque, a renda com a venda do leite deve aumentar em até 40%, projeta o técnico agrícola Joaquim Lopes da Silva Neto, 43, filho de Pedro Lopes, que ajudou o pai a pensar o progresso da fazenda. Joaquim prevê que o litro do produto, que era vendido em latão por R$ 0,50, poderá ser comercializado por até R$ 0,70. A entrega de leite resfriado deve começar no próximo mês. “O tanque é muito bom e vai servir até quando a gente aumentar a produção”, conta Joaquim. Hoje, na fazenda Sonho Meu, são produzidos 150 litros de leite por dia, entregues diariamente à cooperativa do município.

Joaquim destaca a importância das políticas públicas para a estruturação da produção. “No início, não tinha nada. Não tinha renda de nada, não tinha cerca. As condições hoje estão fantásticas. Pastagem boa, rebanho pequeno, mais muito bom”. O técnico agrícola define o Mais Alimentos como o melhor financiamento. “Além dos juros caírem pra 2% ao ano, ele tem período de carência maior e mais anos pra pagar”. 

O Programa

O Mais Alimentos é uma linha de crédito de até R$ 100 mil, que podem ser pagos em até dez anos, com juros de apenas 2% ao ano e prazo de até três anos de carência para começar a pagar o financiamento. Além de tratores e equipamentos agrícolas, o Programa financia projetos que contemplam galpões de armazenagem, silos, construções e maquinário para ordenha, resfriadores e correção de solo.

O Mais Alimentos contempla os seguintes produtos e atividades: açafrão, arroz, café, centeio, feijão, mandioca, milho, sorgo, trigo, apicultura, aquicultura, avicultura, bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, caprinocultura, fruticultura, olericultura, ovinocultura, pesca e suinocultura.


Fonte: Site MDA
28/07/2009

GO: assentamentos doam 1,8 mil quilos de alimentos para ONG


Nesta quarta-feira (5), às 11h, o superintendente do Incra/GO, Rogério Arantes, e representantes dos assentamentos de reforma agrária Carlos Mariguela e Dom Hélder Câmara entregam 1,8 mil quilos de alimentos para a Organização Não-Governamental (ONG) Solidariedade Brasil. A entrega será feita na sede da ONG, que fica na Avenida Noel Rosa, quadra 27, lote 7, Setor das Nações (divisa com o Vera Cruz II, na saída para Trindade), Goiânia (GO).

Para comemorar a boa safra, os trabalhadores rurais desses assentamentos, situados na região de Itaberaí, decidiram doar parte de sua colheita. A ONG escolhida atende cerca de 200 crianças e adolescentes de 7 a 17 anos na periferia de Goiânia. Na instituição, os jovens recebem orientação pedagógica (reforço escolar), curso de informática, iniciação esportiva e artística.   

Na última safra, as 12 famílias do Carlos Mariguela colheram 150 toneladas de milho, 40 toneladas de arroz, 23 toneladas de mandioca, uma tonelada de amendoim. O assentamento ainda produz 21 mil litros de leite por mês e mil frangos a cada seis meses. 


Fonte: Site MDA
04/08/2009

Justiça garante curso de Direito para assentados de Goiás


O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), desembargador Jirair Aram Meguerian, decidiu que o Incra e a Universidade Federal de Goiás (UFG) podem dar continuidade à turma especial de direito para assentados da reforma agrária na cidade de Goiás. A liminar, concedida na tarde de quinta-feira (17) suspende os efeitos da decisão anterior que extinguia a turma, em ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF). Além disso, o presidente do TRF1 determinou a manutenção do curso até o trânsito em julgado do processo.

“É uma decisão louvável. A oportunidade aberta a assentados de fazer parte de um curso de direito não fere o princípio da isonomia, como alegam alguns. Ao contrário, é uma política afirmativa dirigida a grupos historicamente excluídos de direitos fundamentais, como o acesso à educação”, afirma o presidente do Incra, Rolf Hackbart.

No início da semana, membros da Procuradoria-Geral do Incra e da Advocacia-Geral da União (AGU) propuseram medida de suspensão de sentença alegando interesse público e defendendo a constitucionalidade do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).

Em seu despacho, o desembargador considerou a proibição do curso de direito para assentados como uma “grave lesão à ordem pública”. Ele citou parecer da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB/GO) que em 2006 foi favorável à implantação da turma, tendo em vista a carência de defesa técnico-profissional dos assentados. “Essa decisão é resultado de um esforço conjunto entre Incra e UFG em defesa da educação para aqueles que sempre estiveram excluídos de uma formação superior”, define a procuradora-chefe do Incra, Gilda Diniz dos Santos.

O recurso interposto pelo Incra em conjunto com a UFG foi acompanhado do parecer do renomado jurista Fábio Konder Comparato. Ao tecer observações quanto à decisão que extinguia a turma especial, Comparato rechaçou a tese de desvio de finalidade por ser um curso de direito para filhos de agricultores: “Seria por acaso inútil saber quais os direitos e deveres fundamentais ligados à propriedade da terra e, especificamente, os estabelecidos nos artigos 184 e seguintes da Constituição Federal a respeito da reforma agrária? É aceitável manter os agricultores sem terra na condição de pessoas necessariamente ignorantes de seus direitos e, na melhor das hipóteses, perpetuamente tuteladas pelo Poder Público?”. 

Respaldo internacional

A turma especial de direito da UFG na cidade de Goiás para assentados e filhos de pequenos agricultores contará em breve com o apoio de 14 entidades do Brasil e do exterior, que firmaram um termo de parceria com o intuito de participar e colaborar na formação dos estudantes. Dentre as instituições que assinam o compromisso estão a Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Escola de Governo (São Paulo), Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM-SP), as universidades de Coimbra (Portugal) e Carlos III (Espanha), além de três núcleos de estudos sociais e jurídico da Universidade Federal do Paraná.

A aula inaugural da turma, em 17 de agosto de 2007, foi proferida pelo ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), que já colaborou com a turma em outras duas oportunidades. Juristas, doutrinadores e operadores do direito em várias áreas de todo o país também já estiveram na cidade de Goiás colaborando na formação dos estudantes. 

“Temos um grupo de 60 alunos extremamente assíduo e muito convicto da escolha do curso de direito para seu processo de formação”, revela o coordenador da turma especial, professor José do Carmo Alves Siqueira. Ele ressalta que 20% dos alunos, ao longo de quase três anos de curso, já tiveram trabalhos científicos publicados e selecionados para apresentação em outras instituições do Brasil. Um deles foi destaque no último encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Direitos Humanos (ANDHEP), vinculada à Universidade de São Paulo (USP).

As aulas da turma especial de direito para assentados da reforma agrária serão retomadas na primeira semana de março.


Fonte: Site MDA
18/12/2009

Lula destina cinco áreas para reforma agrária em Goiás


O Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva destinou cinco áreas para a reforma agrária em Goiás por meio de decreto de desapropriação publicado nesta segunda-feira (7) no Diário Oficial da União. Os imóveis declarados de interesse social são as fazendas Santa Maria e Tesouras, em Araguapaz; Água Limpa 2, em Niquelândia; Alegres e Matriz, conhecida como Flor da Serra, em Cachoeira Alta, e Bonanza, em Crixás. 

Destes imóveis, a Fazenda Bonanza é a maior, com 8.637 hectares, e a Flor da Serra, a menor, com 468. A Tesouras tem 1.223 hectares; a Água Limpa 2 ocupa 1.190 hectares, e a Santa Maria, 539. Juntas, essas áreas devem abrigar cerca de 200 famílias de trabalhadores rurais.


Fonte: Site MDA
07/06/2010

GO: Assentamento 8 de Outubro planeja colher 60 toneladas de uva em 2010


Vinte hectares coletivos de parreiras e uma produção semanal de oito toneladas de uva. A realidade produtiva do Assentamento 8 de Outubro, localizado em Itarumã (GO), no sudoeste do Estado, causa surpresa até mesmo às onze famílias de agricultores que, há dois anos, antes de serem assentadas pelo Incra, não possuíam qualquer experiência com o plantio de uva. “Eu tinha visto parreira nas novelas e nunca imaginei que um dia estaria cultivando uva em Goiás”, diz Dalvelina Norberta de Faria. Ela afirma estar realizada  com o trabalho que, diferentemente das lavouras tradicionais de milho e  mandioca, exige menos esforço físico e pouca exposição ao Sol.

A colheita, iniciada em novembro, seguirá até o próximo mês. A meta das famílias é ultrapassar, ao final deste ano, a produção de mais de 60 toneladas da uva niagara rosada. O presidente da Associação do Assentamento, Eniê Faria de Oliveira, diz que a comercialização de toda a safra garantirá às famílias renda mensal média de R$ 1,8 mil. “Ainda é pouco porque entramos na terra em 2008 e estamos somente reinvestindo o que ganhamos. Essa é nossa segunda safra. Na do ano passado, perdemos quase tudo por causa do granizo. Este ano foi melhor. Estamos produzindo 8 toneladas por hectare e, em breve, queremos atingir o máximo, que é 30 toneladas”, planeja Oliveira. 

Uva na mesa 

O mercado consumidor da uva está sendo ampliado dia a dia. Supermercados de médio porte em Itarumã, Itajá, Caçu, Jataí e Rio Verde – todas cidades do sudoeste goiano - estão entre os clientes do Assentamento 8 de Outubro. A uva produzida pelos assentados também chega a outros cantos do País, como São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Brasília. “Como a produção é grande, toda irrigada, é necessário muita estrutura para transportar mais longe. Só conseguimos isso  repassando a uva a  revendedores”, explica Oliveira. O quilo da uva varia de R$ 2,30, para revenda, e R$ 3,50 na comercialização direta com os supermercados.

Visando conseguir melhor preço, os agricultores correm contra o tempo para, em 2011, levar a uva ao mercado entre maio e outubro, que é o período da entressafra no País. Para isso, novas parreiras foram enxertadas e estão em formação, inclusive com uma nova variedade: a benifuji, de origem japonesa.  Esse novo tipo de uva produz cachos que variam de 800 gramas a 1,5 quilo. A cotação no mercado gira em torno de R$ 4,00 o quilo, preço melhor que o da niagara rosada, cujos cachos atingem em torno de 400 gramas. 

Histórico 

O Assentamento 8 de Outubro foi implantado pelo Incra/GO em 30 de setembro de 2008 na área da antiga Fazenda Santa Bárbara da Pedra Branca – pertencente à Cooperativa Agropecuária Mista dos Fruticultores Paulistas e Goianos (Frupeg). A Fazenda, que está a 470 quilômetros de Goiânia, foi desapropriada por improdutividade. No local, foram também verificados crimes ambientais, como a extinção da reserva legal. O Assentamento ocupa 562 hectares e abriga 19 famílias. Onze delas se dedicam ao cultivo coletivo da uva e as demais trabalham com lavouras de milho mandioca, melancia, banana, criação de animais, entre outras atividades. As famílias também possuem áreas individuais, em torno de 17 hectares, para plantio e moradia.


Fonte: Site MDA
23/11/2010

Governo destina mais 13 áreas para a reforma agrária


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decretos de desapropriação que destinam mais 13 imóveis rurais ao Programa Nacional de Reforma Agrária. São mais de 23 mil hectares nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Paraíba e Rondônia, com capacidade para assentar 756 famílias de trabalhadores rurais.


Com a publicação dos decretos, cabe ao Incra dar continuidade aos processos de desapropriação das terras. A próxima etapa é a avaliação dos imóveis, que vai definir o valor das indenizações a serem pagas aos proprietários. Em seguida, a autarquia buscará a obtenção da posse na Justiça, por meio de ação de desapropriação. Os decretos têm validade de dois anos, prazo máximo para o Incra cumprir as etapas restantes.

Localização e capacidade de assentamento dos imóveis:



Imóvel
Município/UF
Área (hectares)
Famílias
Fazenda Lindóia
Pojuca/BA
277
17
Fazenda São Vicente ou Santa Tereza I
Buritis/MG
3.282
160
Fazenda São Vicente ou Santa Tereza II
Buritis/MG
1.689
63
Fazenda São Vicente ou Santa Tereza III
Buritis/MG
1.760
47
Fazenda Palmeiras
Formosa/GO
4.850
228
Fazenda Saco de Dentro, Gia e Pau Ferro
Tacaratu/PE
3.739
45
Fazenda Carneiro
Baldim/MG
1.035
30
Fazenda Ponte de Baixo ou Meleiro
Felixlândia/MG
983
25
Fazenda Chácara Chorio/Rio Velho
Pompéu/MG
679
15
Fazenda Jaguará, Tanquinho e Ponte Alta
Silvianópolis/MG
589
27
Fazenda Fundão
Silvianópolis/MG
482
24
Fazenda Santa Ana
Itabaiana/PB
210
5
Fazenda Lote L J
Cujubim/RO
3.552
70


Fonte: MDA
29/12/2010